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sábado, 26 de setembro de 2015

Como Escrever Melhor



Escrever bem é saber expressar idéias clara, rápida e persuasivamente. Uma boa redação revela capacidade de raciocínio e esforço pessoal - mesmo para aqueles que têm mais facilidade.
Para ajudar você a escrever melhor, no trabalho ou na escola, a Tilibra preparou algumas dicas, cedidas gentilmente pelas Empresas Ogilvy & Mather, um dos maiores conglomerados de Comunicação do Brasil e do Mundo.

A Tilibra lhe oferece essas dicas esperando que, com elas, sua autobiografia seja escrita com muitas páginas de sucesso.

1. Tenha sempre em mente que o tempo do leitor é limitado.

O que você escrever deve ser entendido na primeira leitura.
Se você quer que seu trabalho seja lido e analisado por seus superiores, seja breve. Quanto menor o texto, maior a chance de ser lido por eles. Durante a 2ª Guerra Mundial, nenhum documento com mais de uma página chegava à mesa de Churchill.

2. Saiba onde você quer chegar.

Antes de redigir, faça um esboço, listando e organizando suas idéias e argumentos. Ele lhe ajudará a não se desviar da questão central. Comece parágrafos importantes com sentenças-chave, que indiquem o que virá em seguida. Conclua com parágrafo resumido.

3. Torne a leitura fácil e agradável.

Os parágrafos e sentenças curtos são mais fáceis de ler do que os longos. Mande telegramas, não romances. Para enfatizar, sublinhe sentenças e enumere os pontos principais (como fizemos com essas "dicas").

4. Seja direto.

Sempre que possível, use a voz ativa.

Voz Passiva - "Estamos preocupados com que nosso projeto não seja aprovado, o que poderia afetar negativamente nossa fatia de mercado".

Voz Ativa - "Acreditamos que esse projeto é necessário para manter nossa fatia de mercado".

5. Evite "clichês".

Use suas próprias palavras.
Clichê - O último, mas não menos importante...

Direto - Por último...

6. Evite o uso de advérbios vagos.

E não esclarecedores, como "muito", "pouco", "razoavelmente".

Vago - O projeto está um pouco atrasado.

Direto - O projeto está uma semana atrasado.

7. Use uma linguagem simples e direta.

Evite o jargão técnico e prefira as palavras conhecidas. Não esnobe o seu português.

Jargão - Input, Output.

Português comum - Fatos/informações, resultados.

8. Ache a palavra certa.

Use palavras de que você conheça exatamente o significado. Aprenda a consultar o dicionário para evitar confusões.
Palavras mal-empregadas são detectadas por um bom leitor e depõem contra você.

9. Não cometa erros de ortografia.

Em caso de dúvida, consulte o dicionário ou peça a alguém para revisar seu trabalho. Uma redação incorreta pode indicar negligência de sua parte e impressionar mal o leitor.

10. Não exagere na elaboração da mensagem.

Escreva somente o necessário, procurando condensar a informação. Seja sucinto sem excluir nenhum ponto-chave.

11. Ataque o problema.

Diga o que você pensa sem rodeios. Escreva com simplicidade, naturalidade e confiança.

12. Evite palavras desnecessárias.

Escreva o essencial. Revise e simplifique.
Não Escreva / Escreva

Plano de Ação  /  Plano
Fazer um debate  /  Debater
Estudar em profundidade  /  Estudar
No evento de  /  Se
Com o propósito de  /  Para
A nível de Diretoria  /  Pela Diretoria

13. Evite abreviações, siglas e símbolos.

O leitor pode não conhecê-los.

14. Não se contente com o primeiro rascunho.

Reescreva. Revise. Acima de tudo, corte. Quando se tratar de um trabalho importante, faça uma pausa, entre o primeiro e o segundo rascunho, de pelo menos uma noite.

Volte a ele com um olhar crítico e imparcial.

15. Peça a um colega para revisar seus trabalhos mais importantes.

E dê total liberdade para comentários e sugestões.

O texto "Como Escrever Melhor" foi obtido a partir do livro de mesmo nome, de autoria de Ivan René Franzolim.

CopyRight © Tilibra.







CopyRight © 2002 - Jefferson Hilgert - Todos direitos Reservados

Fonte: http://www.bestreader.com/port/txcomoescrever.htm

Obs.: Gostei muito de encontrar na WEB este excelente material. No início da década de 90 comprando material escolar para meu filho, ganhei alguns panfletos "Dicas Tilibra" na Bom Livro de Maringá, Muito me auxiliou em palestras e cursos. Professora Laura Lopes de Paiva

 

Como Estudar


Estudar exige mais do que paciência e força de vontade. Estudar requer também, muita disciplina e o domínio de algumas técnicas - às vezes, simples - para que o aprendizado seja feito com a máxima eficiência e o mínimo de tempo.

Uma boa dica é não deixar tudo para a véspera. De fato, não é fácil conseguir motivação hoje, e começar a estudar para uma prova que só será daqui a 2 semanas. Mas isso, é só uma questão de reeducação de hábitos. Experimente tirar 2 horas de seus dias, para estudar o conteúdo das aulas dadas naquele dia. Com o tempo, você terá mais facilidade em compreender e memorizar toda a matéria, e ainda sentirá uma queda no nível de stress das vésperas de prova, quando o conteúdo se acumula, e você não sabe nem por onde começar a estudar. Com essa metodologia, o menos vai virar mais. A matéria estará sempre fresca na sua cabeça, e estudando menos, você estará aprendendo mais.

Abaixo seguem mais algumas dicas, bastante interessantes.


Como ler bem

"Ler um livro é estabelecer um diálogo animado pelo desejo de compreender. Nossa leitura deve ser governada por um princípio fundamental de respeito à voz que nos fala no livro. Não temos o direito de desprezar um livro só porque contradiz nossas convicções, como também não devemos elogiá-lo incondicionalmente se estiver de acordo com elas". (Prof. Armando Zubizarreta).

Qualquer leitor, portanto, tem como primeiro desafio o de estar pronto para ler: disposto a aprender e aproveitar a leitura. Mesmo em caso de tratar-se, à primeira vista, de mera tarefa e não de algo que possa lhe dar prazer. Essa preparação exige dois pré-requisitos: prestar atenção e evitar a avidez. Devorar centenas de páginas não leva a nada.

Você vai ler? Saiba então que a compreensão de um texto exige mais do que o simples correr dos olhos sobre as letras. Comece por escolher um local tranqüilo, confortável, bem iluminado. E não se apavore em caso de não conseguir entender tudo de imediato. A compreensão depende do nível cultural do leitor, que vai se ampliando a cada nova leitura ou releitura.

Recomenda-se, em geral, que não se passe ao parágrafo seguinte sem ter entendido bem o anterior. Isso você pode conseguir, voltando e relendo o trecho quantas vezes forem necessárias e, se preciso, recorrendo a dicionários e enciclopédias. No entanto, não se deve interromper demais a leitura. Por isso, conforme-se em aprender o significado geral, sabendo que, com o hábito de ler, essa tarefa vai ficar cada vez mais fácil.

Lembre-se sempre que um mínimo de disciplina é indispensável ao leitor que quer ou precisa aprender. A leitura, para ser mais produtiva, pode ser dividida em fases:

   »   Faça um reconhecimento do texto para saber de que assunto trata. Mesmo no caso de romance é bom ter uma idéia do tema central.

   »   Procure isolar as informações principais. Para isso, é bom sublinhar ou assinalar passagens.

   »   Ao encontrar expressões especializadas, (de medicina, direito, etc.) procure conhecer e anotar seus significados. Assim, além de aumentar seu vocabulário, você conseguirá uma correta interpretação de sua leitura.

   »   Procure separar os fatos, das interpretações que deles faz o autor. Retome as informações essenciais que foram isoladas anteriormente, para saber que relações existem entre elas.

Assim, você estará pronto para estabelecer suas próprias idéias sobre o texto. Mas lembre-se: o trabalho intelectual exige rigor. Por isso nunca é demais voltar ao texto, reler e aperfeiçoar a leitura.

Como tomar notas

A escrita é um poderoso instrumento para preservar o conhecimento. Tomar notas é a melhor técnica para guardar as informações obtidas em aula, em livros, em pesquisas de campo. Manter os apontamentos é fundamental. Logo, nada de rabiscar em folhas soltas. Mas também não se deve ir escrevendo no caderno tudo que se ouve, lê ou vê. Tomar notas supõe rapidez e economia. Por isso, as anotações têm de ser:

   a.   suficientemente claras e detalhadas, para que sejam compreendidas mesmo depois de algum tempo;

   b.   suficientemente sintéticas, para não ser preciso recorrer ao registro completo, ou quase, de uma lição.

Anotar é uma técnica pessoal do estudante. Pode comportar letras, sinais que só ele entenda. Mas há pontos gerais a observar. Quando se tratar de leitura, não basta sublinhar no livro. Deve-se passar as notas para o caderno de estudos. O aluno tem de se acostumar à síntese: aprender a apagar mentalmente palavras e trechos menos importantes para anotar somente palavras e conceitos fundamentais. Outros recursos: jamais anotar dados conhecidos a ponto de serem óbvios; eliminar artigos, conjunções, preposições e usar abreviaturas.

É preciso compreender que anotações não são resumos, mas registros de dados essenciais.

Como educar a memória

Aprender é uma operação que não se resume a adquirir noções, mas consiste em reter o que foi lido, reproduzir e reconhecer uma série de experiências e pensamentos. Portanto, é imprescindível educar a memória. Logo após o estudo de algum ponto ou matéria, nota-se que o esquecimento também trabalha: a mente elimina noções dispensáveis. Sem disciplina, entretanto, nunca haverá um jogo útil entre memória e esquecimento, entre horas de estudo e horas de descanso.

Para facilitar o aprendizado e fixar na memória os conteúdos aprendidos, basta proceder a uma série de operações sucessivas e gradativas no tempo. Repetir é importante, mas não só: saber de cor nem sempre vai além de um papaguear mecânico. As técnicas psicológicas de memorização são complexas, mas podem ser utilizadas simplificadamente pelo estudante. Algumas indicações:

   a.   ler mentalmente e compreender o assunto;

   b.   reler em voz alta;

   c.   concentrar a atenção em aspectos específicos: nomes, datas, ambientes, etc.;

   d.   notar semelhanças, diferenças, relações;

   e.   repetir várias vezes em voz alta ou escrever os conhecimentos adquiridos (os pontos principais);

   f.   fazer fichas com esquemas que incluam, de um lado, a seqüência das noções principais e, do outro, detalhes referentes a cada uma delas;

   g.   nunca esquecer de repousar, pois uma mente cansada aprende pouco e retém com dificuldade.

Como estudar em grupo

Estudar em conjunto é um modo produtivo de fazer render ao máximo o esforço do aprendizado. E há muitas maneiras de os estudantes se ajudarem, mesmo que não se organizem em um grupo. Entre as mais importantes: a comparação dos apontamentos das aulas e das horas de estudos. Assim, trocam-se idéias e verificam-se os pontos fundamentais e os mais difíceis.

Dois princípios a serem pensados:

   a.   o estudo em conjunto deve refletir uma inteligente divisão de trabalho;

   b.   as sínteses não garantem plena compreensão, mas são interessantes como resumo dos conhecimentos adquiridos.

Quando o estudo em grupo é uma preparação para provas ou exames, o aluno deverá estudar toda a matéria por si mesmo, de modo que o trabalho com os colegas seja apenas uma revisão, uma possibilidade de aprofundamento e, às vezes, de correção dos pontos.

Algumas possibilidades de organização e divisão de trabalho no grupo:

    »   Cada um estuda partes diferentes de um assunto e traz para serem fundidas na reunião;

    »   Cada um estuda e consulta fontes sobre o mesmo assunto e expõe ao grupo, para uma comparação e aprofundamento;

    »   Cada um estuda um ponto de um capítulo e faz seu relatório ao grupo, debatendo ou respondendo a perguntas depois.

É a voz corrente entre professores que a melhor maneira de aprender uma matéria é ensiná-la aos outros. Os alunos podem comprovar isso nas exposições orais de suas reuniões de grupo. E toda vez que um colega vier pedir auxílio.

Como fazer uma redação

Comunicar, eis a principal finalidade de uma redação. Ou seja: dizer algo, por escrito, a alguém. Mas o quê? A primeira operação para redigir um tema é compreender corretamente o enunciado contido no título. Um exame cuidadoso do título proposto dá ao estudante a exata delimitação do assunto, permite-lhe perceber imediatamente como desenvolver o pensamento para não fugir do tema. E conduz ao segundo passo: fazer um esboço do que vai ser dito.

Há quem prefira esboçar o tema mentalmente. Nunca é demais, porém, tenha o cuidado de anotar o plano, de modo que seja fácil segui-lo depois. Fazer um esboço depende, é claro, do conhecimento do aluno. E até mesmo do assunto. Mas um macete infalível é o da divisão em três partes: introdução, desenvolvimento, conclusão. Começa-se por chamar a atenção do leitor para o assunto, digamos, "A descoberta do Brasil", falando sobre a situação de Portugal no século XV, o florescimento cultural, a Escola de Sagres e as técnicas de navegação ali aperfeiçoadas. É a introdução, que conduzirá ao desenvolvimento: a frota de Cabral, seus objetivos, a viagem e seus problemas, a chegada a Porto Seguro, a comunicação da descoberta. Conclui-se de modo a evidenciar a importância que foi atribuída ao fato, na época, podendo-se adiantar algo sobre o significado histórico que teria depois.

Na exposição de assunto científico ou de caráter interpretativo, é bom lembrar que o sistema é: antecipar o que se vai provar, provar o que se havia proposto e enunciar o que já se provou. Nunca deixar, também, de enumerar em estrita ordem alfabética, todas as fontes e toda a bibliografia utilizada para compor o trabalho. Depois de tudo escrito, a tarefa ainda não terminou. A redação feita em casa ou em classe deve ser revista. É preciso ver se foram utilizadas as palavras mais expressivas, se não há erros de grafia, se a pontuação foi bem feita. Não se exige de ninguém um texto literariamente perfeito, mas escrever corretamente é obrigação.

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Fonte: http://www.bestreader.com/port/txcomoestudar.htm

Obs.: Gostei muito de encontrar na WEB este excelente material. No início da década de 90 comprando material escolar para meu filho, ganhei alguns panfletos "Dicas Tilibra" na Bom Livro de Maringá, Muito me auxiliou em palestras e cursos. Professora Laura Lopes de Paiva

Como Ser Eficiente


Hoje, ser eficiente é fundamental. No trabalho, na escola e no lar, devemos sempre procurar alcançar a máxima eficiência. Para ajudar você a ser mais eficiente ainda, a Tilibra pediu para a Timing Desenvolvimento Organizacional, empresa de consultoria especializada em Administração e Planejamento Empresarial, preparar algumas dicas. A Tilibra oferece essas dicas para você, esperando que de alguma forma, elas possam lhe ser úteis.

Organização pessoal começa com a mesa limpa

Um dos problemas mais comuns que sempre afetam a eficiência de uma pessoa é sem dúvida a organização - ou melhor, a desorganização - de sua mesa de trabalho, cujo sintoma mais evidente é o excesso de papéis e pastas esperando pela sua atenção e ação. A mesa atulhada é uma das grandes causadoras de perda de tempo nos escritórios. As pessoas perdem tempo procurando papéis, revistando arquivos e pastas, manuseando centenas de vezes os mesmos papéis na busca de um documento perdido. Além da perda de tempo causada pela distração visual de ter papéis não necessários na mesa e de uma sensação de peso, de desespero, de trabalho infindável que a mesa atulhada muitas vezes acarreta. Algumas pessoas, erroneamente, interpretam a mesa cheia de papéis como um símbolo da importância e da indispensabilidade de seus cargos. No entanto, elas devem lembrar-se que a mesa atulhada também pode indicar desorganização pessoal, indecisão, procrastinação, insegurança, prioridades confusas e incapacidade de terminar as tarefas dentro dos prazos.

Trabalhe em apenas um projeto de cada vez

Uma das regras da boa organização profissional diz que sempre devemos enxergar o topo de uma mesa. Como você só pode trabalhar em um só projeto a um só tempo, todo o restante da papelada deve ser posto de lado e facilmente recuperável quando você precisar dele. Quando se tem várias tarefas a cumprir ao mesmo tempo, facilmente podemos ser distraídos, acabando por perder nossa concentração. Para ser realmente eficaz em sua mesa de trabalho, crie o hábito de mantê-la sempre limpa. E trabalhe em apenas um projeto de cada vez.

Como ordenar o fluxo de papéis que chegam diariamente até sua mesa

   1.   Ter um bom lugar - e apenas um bom lugar para tudo que você possa pensar em querer reter.

   2.   Manter tudo no seu lugar, exceto nos momentos em que você tem necessidade de trabalhar com eles.

   3.   Despachar toda a papelada que puder imediatamente. Lembre-se que 80% das tarefas que chegam até você pode ser executado na mesma hora.

   4.   Não pôr de lado nenhum item antes de uma ação inicial - senão de solução, pelo menos de um encaminhamento para solução.

Lista de Tarefas

Um instrumento útil para sua organização é fazer uso de um caderno onde você registra tudo o que precisa fazer e/ou lembrar e a data alvo ou o prazo para sua realização. Este Caderno de Lista de Tarefas deve ser manuseado diariamente, pois é com ele que você planeja seu dia e sua semana. Tudo que lhe vier à cabeça, para fazer ou lembrar, registre nesse caderno. Você se surpreenderá com a melhoria obtida em sua organização pessoal.

O Lixo

Não há lugar melhor para você colocar uma boa parte dos papéis que chegam diariamente até sua mesa do que o lixo. Não tenha medo de jogar nele, memorandos internos, avisos de datas de reuniões (anote primeiro na agenda e jogue depois), circulares, cópias de cartas para simples informações, folhetos, etc. Enfim, use o lixo para tudo o que você já tomou conhecimento e sabe que não precisa mais recuperar. Com esta prática você estará esvaziando sua mesa de coisas inúteis e preparando o terreno para trabalhar mais organizadamente e com mais clareza de idéias.

Faça agora. Não deixe para depois.

Todos nós, com maior ou menor intensidade, tendemos a adiar nossas tarefas e ações, deixando tudo para depois. Essa tendência à procrastinação, quase sempre tem um custo alto, pois só nos cria mais trabalho, mais problemas, mais preocupações e crises. A procrastinação é um dos maiores desperdiçadores de tempo que existe, e a sua solução exige entendimento das causas, avaliação de suas conseqüências e constante disciplina para enfrentá-la.

A procrastinação impede o sucesso

A mudança na sua propensão de "faço isso depois" para "faço isso agora" requer uma ação positiva. As coisas não acontecem por si só. Elas acontecem porque as pessoas fazem com que elas aconteçam. Faça as coisas diferentemente. Responda sua correspondência ao abrí-la. Nunca deixe para responder mais tarde. Quando você disser a si mesmo: "Eu preciso fazer algo sobre isto", faça-o na hora, não depois. Programe coisas, trabalhe e viva de acordo com sua programação. Crie o hábito de fazer as coisas mais importantes primeiro. Procrastinação é um problema psicológico, e uma vitória sobre ela é uma vitória essencialmente psicológica. Aceite a idéia de que você muitas vezes é um procrastinador. A coisa mais valiosa que você pode fazer quando procrastina é admitir este fato. Continuando a negá-lo ou racionalizá-lo você apenas irá retardar suas condições de superá-lo. O sucesso deriva de fazer as coisas realmente importantes que levam a resultados. Contudo essas coisas importantes é que usualmente são o foco da nossa procrastinação. Raramente adiamos as coisas não importantes. Se nós aprendermos a transferir nossa procrastinação das coisas importantes para as coisas não importantes, nosso problema terá grandes chances de desaparecer. Procrastinação é também fazer atividades de baixa prioridade ao invés de fazer atividades de alta prioridade.

Algumas dicas para você resolver o problema da procrastinação

   1. Estabeleça prazos de início e conclusão.
Sempre que você tiver pela frente uma tarefa desagradável, dê um prazo para começar. A pressão dos prazos, mesmo os auto-impostos, pode ser suficiente para criar uma ação de sua parte.

   2. Faça o desdobramento das tarefas.
Muitas vezes uma tarefa difícil pode ser desdobrada em tarefas menores e portanto mais fáceis de serem atacadas. Desdobre a tarefa em sub-tarefas e comece a trabalhar nelas.

   3. Não espere a inspiração chegar. Vá atrás dela.
Em muitos casos uma tarefa difícil é adiada porque exige de sua parte um pensamento criativo, que no momento não está surgindo. Mas lembre-se que inspiração é 90% de transpiração. Portanto comece já, não espere.

   4. Procure saber tudo sobre a tarefa.
O fato de você não estar animado no momento pode decorrer de uma falta de motivação ou desinteresse. A não familiaridade geralmente gera a falta de interesse. Quanto mais você sabe, mais tende a se envolver e a se entusiasmar. Procure obter mais informações, e envolver-se mais com o problema.

   5. Descubra as causas de sua indecisão.
Se você está indeciso procure saber porque você não quer se definir. A indecisão ocorre quando as pessoas tem um forte desejo de acertar, um desejo de evitar erros. Existe um tempo para deliberar e um tempo para agir. O tempo para decidir é quando a informação adicional irá acrescentar muito pouco à qualidade de sua decisão. Faça o máximo de esforço para obter a melhor informação possível dentro do tempo que você dispõe. Então tome a decisão e vá em frente. Acima de tudo, não fique atormentando-se com a decisão tomada. E, principalmente, não a refaça.

   6. Evite o perfeccionismo.
Não seja 100% perfeito. Contente-se em ser 90% ou até 80% perfeito. Lembre-se que o ótimo é inimigo do bom. É melhor ter cinco "bons", do que um "ótimo". Pense em tudo isso e comece a agir agora.

CopyRight © Tilibra.

Fonte: http://www.bestreader.com/port/txcomosereficiente.htm

Obs.: Gostei muito de encontrar na WEB este excelente material. No início da década de 90 comprando material escolar para meu filho, ganhei alguns panfletos "Dicas Tilibra" na Bom Livro de Maringá, Muito me auxiliou em palestras e cursos. Professora Laura Lopes de Paiva

Como Falar Melhor

 

 
Perder a inibição para falar, preparar aulas ou palestras, falar de improviso, evitar o "branco", dirigir ou participar de reuniões, são problemas de comunicação verbal que podem ser eliminados com técnica, disciplina e treinamento. Para mostrar como isso é possível e facilitar a vida de muita gente, a Tilibra pediu para o Prof. Reinaldo Polito, diretor e professor do curso de Expressão Verbal e autor do livro Como Falar Corretamente e Sem Inibições, preparar algumas dicas.

A Tilibra lhe oferece essas dicas com a certeza de que elas contribuirão para que você fale melhor. E para que as pessoas falem bem de você.



1. Seja você mesmo

Essa é a primeira e maior dica de como falar melhor: a naturalidade acima de tudo. Nenhuma técnica poderá ser mais importante que a sua naturalidade. Aprenda, aperfeiçoe, progrida, mas ao falar, seja sempre natural.

2. Pronuncie bem as palavras

Pronuncie completamente todas as palavras. Principalmente não omita a pronúncia dos "s" e "r" finais e dos "i" intermediários. Por exemplo fale primeiro, janeiro, terceiro, precisar, trazer, levamos, e não, janero, tercero, precisá, trazê, levamo.

Pronunciando todos os sons corretamente, a mensagem será melhor compreendida pelos ouvintes e haverá maior valorização da imagem de quem fala. Faça exercícios para melhorar a dicção lendo qualquer texto com o dedo entre os dentes e procurando falar da forma mais clara possível.

3. Fale com boa intensidade

Se falar muito baixo, as pessoas que estiverem distantes não entenderão suas palavras e deixarão de prestar atenção. Também não deverá falar muito alto porque, além de se cansar rapidamente, poderá irritar os ouvintes. Fale numa altura adequada para cada ambiente. Nunca deixe, entretanto, de falar com entusiasmo e vibração. Se não demonstrar interesse por aquilo que transmite, não conseguirá também interessar sua platéia.

4. Fale com boa velocidade

Não fale rápido demais. Se a sua dicção for deficiente será ainda mais grave, já que dificilmente alguém conseguirá entendê-lo.

Também não fale muito lentamente, com pausas prolongadas, para não entediar os ouvintes. Use um aparelho gravador para conhecer melhor a velocidade da sua fala e decidir-se pelo melhor estilo.

5. Fale com bom ritmo

Alterne a altura e a velocidade da fala para construir um ritmo agradável de comunicação. Quem se expressa com velocidade e altura constantes acaba por desinteressar os ouvintes, não pela falta de conteúdo, mas pela maneira "descolorida" como se apresenta.

6. Tenha um vocabulário adequado

Um bom vocabulário tem de estar isento do excesso de termos pobres e vulgares, como palavrões e gírias. Por outro lado, não se recomenda um vocabulário repleto de palavras difíceis e quase sempre incompreensíveis. Evite também o vocabulário específico da sua profissão diante de pessoas não familiarizadas com esse tipo de palavreado. Evitando o vocabulário pobre e vulgar, não tendo a preocupação de se expressar com palavras difíceis e reservando o vocabulário profissional dentro da mesma área, você estará desenvolvendo um vocabulário simples, objetivo e suficiente para identificar todas as suas idéias e pensamentos.

7. Cuide da gramática

Um erro gramatical, dependendo da sua gravidade, poderá atrapalhar a apresentação e até mesmo destruir sua imagem. Toda a gramática precisa ser correta, mas principalmente, faça uma revisão de concordância e conjugação de verbos. Muitos hesitam na construção das frases porque têm dúvida sobre a concordância a fazer ou o verbo a conjugar. Além disso, aumente suas leituras de livros de bons autores e observe atentamente a construção das suas frases. A leitura é uma das melhores fontes de aprendizado.

8. Tenha postura correta

Fique sempre bem posicionado. Ao falar, procure não colocar as mãos nos bolsos, nas costas, cruzar os braços, nem se debruce sobre a mesa, cadeira ou tribuna. Deixe os braços naturalmente ao longo do corpo ou acima da linha da cintura e gesticule com moderação. O excesso de gesticulação é mais prejudicial que a falta. Distribua o peso do corpo sobre as duas pernas, evitando o apoio ora sobre uma perna, ora sobre a outra. Essa atitude torna a postura deselegante. Também não fique se movimentando desordenadamente de um lado para o outro e quando estiver parado, não abra demasiadamente as pernas. Só se movimente se pretender se aproximar dos ouvintes ou dar ênfase à determinada informação.

Não relaxe a postura do tronco com os ombros caídos. Poderá passar uma imagem negligente ou de excesso de humildade. Cuidado também para não agir de forma contrária, não levantando demasiadamente a cabeça, nem mantendo rígida a posição do tórax. Poderá passar uma imagem arrogante e prepotente. Deixe o semblante sempre descontraído e, sendo possível, sorridente. Não fale em alegria com a fisionomia fechada, nem em tristeza com a face alegre. Lembre-se sempre que é preciso existir coerência entre o que falamos e o que demonstramos na fisionomia. Ao falar, olhe para todas as pessoas para ter certeza de que estão ouvindo e prestando atenção nas suas palavras. Principalmente ao ler, este cuidado tem de ser redobrado, pois existe sempre a tendência de olhar o tempo todo para o texto, esquecendo a presença de ouvintes.

9. Tenha início, meio e fim

Toda fala, seja numa simples conversa ou numa apresentação para uma grande platéia, precisa ter início, meio e fim.

O início

No início, procure conquistar os ouvintes desarmando suas resistências e conquistando seu interesse e atenção. Para isso, poderá usar algumas das seguintes dicas:

   »   Conte uma pequena história que tenha estreita relação com o conteúdo da sua mensagem. Histórias normalmente despertam o interesse.

   »   Elogie sinceramente os ouvintes.

   »   Use uma frase que provoque impacto.

   »   Diga que não irá consumir muito tempo.

   »   Faça uma citação de autor respeitado pelos ouvintes.

   »   Use um fato bem humorado. Entretanto, evite piadas.

   »   Levante uma reflexão.

   »   Demonstre sutilmente que conhece o assunto e possui experiência.

   »   Aproveite uma circunstância fazendo um comentário sobre alguém presente ou que tenha falado há pouco, ou ainda sobre um acontecimento conhecido dos ouvintes.

No início, você não deverá:

   »   Pedir desculpas por estar com problemas físicos (gripe, resfriado, dor de cabeça, etc.) ou por não estar devidamente preparado para falar.

   »   Contar piadas.

   »   Fazer perguntas quando não desejar a resposta.

   »   Tomar partido sobre assuntos polêmicos.

   »   Começar com "chavões" ou frases muito usadas. Por exemplo: A união faz a força; Uma andorinha só não faz verão, etc.

   »   Fazer citações de autores muito polêmicos. Saiba ainda que o início deverá ser breve, neutro e guardar interdependência com o restante da fala.

O meio

Na primeira parte do meio, prepare o tema a ser abordado:

   »   Conte numa única frase sobre a matéria que irá abordar. Por exemplo: "Vou falar sobre o lazer do homem moderno".

   »   Em seguida, faça um relato histórico do tema ou levante um problema para o qual dará solução.

   »   Finalmente, fale sobre as etapas do assunto que irá desenvolver. Por exemplo: se o tema fosse lazer, as etapas poderiam ser o lazer no campo, o lazer na praia e o lazer no clube.

Na segunda parte, desenvolva o assunto principal atendendo ao que foi preparado. Se fez um relato histórico, agora fale do presente; se levantou um problema, agora dê a solução; se dividiu o tema, agora cumpra as etapas prometidas.

Use comparações, exemplos, estatísticas, testemunhos, enfim tudo que puder para confirmar o conteúdo da sua exposição. Se sentir que alguém poderia fazer alguma objeção às suas afirmações, este é o momento de refutá-la.

O fim

No final, faça uma breve recapitulação. Em apenas uma ou duas frases, faça o resumo do que apresentou.

Em seguida, para encerrar, use os mesmos recursos sugeridos para iniciar: elogiar o auditório, fazer uma citação, aproveitar uma circunstância, um fato bem humorado, levantar uma reflexão, etc. Além disso, poderá pedir que ajam de acordo com suas propostas. Não encerre dizendo "era isso que eu tinha para falar" ou outras formas vazias, sem objetividade.

10. Pratique bastante

Treine bastante e, sempre que puder, aproveite a oportunidade para falar. Não se esqueça também que o bom comunicador deve saber ouvir.

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Fonte: http://www.bestreader.com/port/txcomofalarmelhor.htm

Obs.: Gostei muito de encontrar na WEB este excelente material. No início da década de 90 comprando material escolar para meu filho, ganhei alguns panfletos "Dicas Tilibra" na Bom Livro de Maringá, Muito me auxiliou em palestras e cursos. Professora Laura Lopes de Paiva

domingo, 12 de janeiro de 2014

Como falar em público: o medo


Atualmente o mundo dos negócios exige profissionais cada vez mais preparados e com várias habilidades. Dentre as qualificações profissionais, a capacidade de comunicar-se de forma eficaz apresenta-se como uma das principais características solicitadas nas grandes corporações. Falar bem, com segurança, elegância e naturalidade em qualquer situação é imprescindível. É através da comunicação verbal que mantemos um número maior de contatos diários: palestras, cursos, reuniões, recados, bate-papo, ordens, contra-ordens, etc. Os ambientes também são diversos: profissionalmente, em família e/ou entre amigos. Muitas pessoas são peritas em seus ramos de trabalho, possuindo algumas, até especializações como mestrado ou doutorado, mas quando necessitam expor seus conhecimentos, agem com tanta timidez e insegurança, que o público ouvinte fica literalmente decepcionado. Assim, o aprimoramento do processo comunicativo é recomendado a todos que se interessam pelo desenvolvimento de sua comunicação pessoal e profissional, facilitando a formação do marketing pessoal, a utilização de linguagem “persuasiva” e influencia de pessoas.
De acordo com estudos e pesquisas, Falar em público é o segundo maior medo da população, perdendo apenas para o da violência. E, considerando a população de pessoas tímidas, falar em público está em primeiro lugar.
Assim como o medo, boca seca, taquicardia, suor, tremor, mãos frias, hesitações na fala, desviar o olhar, falar rápido demais e ter pensamentos negativos são algumas das manifestações da timidez, um fenômeno comum que atinge aproximadamente 56% da população. A timidez é definida pela inibição de comportamento e pela ansiedade causada na presença de uma pessoa ou situação nova, principalmente em um contexto de exposição e de avaliação.
Se nós sentimos medo ou timidez para falar em público é porque tivemos alguma experiência de comunicação negativa no passado. A falta de conhecimento sobre o assunto, a falta de prática no uso da palavra em público e a falta de autoconhecimento são as principais causas. Sentir medo ou timidez não é o problema, pois são fenômenos comuns. O que devemos fazer é aprender a lidar com esses fenômenos e com a lembrança negativa das experiências. Para isso, precisamos ter oportunidade para vivermos uma nova e positiva situação de comunicação em público.
De acordo com a fonoaudióloga e professora de oratória Laila Wajntraub, é possível desenvolver, aperfeiçoar e valorizar a comunicação oral aplicando técnicas e exercícios de dicção, voz e oratória, fortalecendo a auto-estima, aprimorando a capacidade de comunicar-se em público com desembaraço, eficiência e naturalidade, eliminando bloqueios e inibições.

Dicas para controlar o medo de falar em público

• Quando o medo aparecer, encare-o normalmente.
• Controle seu nervosismo.
• Use a expressão corporal ao seu favor, vigiando o comportamento do corpo.
• Antes de pensar como, saiba o que falar.
• Não adquira vícios gestuais e/ou de linguagem.
• Chame sua voz com a respiração.
• A prática irá proporcionar-lhe o reflexo.

7 dicas para controlar o medo de falar em público

1. Quando o medo aparecer, encare-o normalmente
Não; você não é o único que sente medo de falar empúblico. É um dos maiores medos do ser humano, como já dito. Os maiores oradores, embora não demonstrem ou até mesmo não confessem, de vez em quando são atacados pelo mesmo inimigo. Muitos deles, mesmo declarando que não sentem receio de falar em público, traem-se pelo empalidecer das faces, pelo tremor das mãos, pela movimentação desordenada das pernas e outros indicadores da presença do gigante negro. Portanto, não fique desesperado quando o medo aparecer. Ele é normal e com o tempo perderá a batalha para a sua experiência e tranqüilidade. Acredite: muitas pessoas que hoje você admira enfrentaram as mesmas dificuldades. Para evitar o medo, nada melhor que conheça bem o assunto e praticar bastante.

2. Controle seu nervosismo
Ao se aproximar o momento de falar; seja numa solenidade importante, diante de um auditório numeroso; seja numa reunião social, diante de alguns amigos, não alimente a chama do seu nervosismo.
Atitudes como fumar seguidamente, roer as unhas, cruzar de maneira descontrolada os braços e as pernas, andar sem rumo de um lado para outro são condenáveis, farão você ficar mais tenso e aumentarão sua intranqüilidade.
Procure deixar seu corpo em posição descontraída, solte os braços e as pernas, não fume muito e respire profundamente. Se você estiver muito agitado, esta descontração forçada poderá, no início, parecer um pouco desconfortável, mas, quando pronunciar as primeiras palavras de forma mais tranqüila e confiante, reconhecerá que seu pequeno esforço foi plenamente recompensado.

3. Tenha uma atitude correta
Renomados psicólogos estudaram profundamente o significado dos gestos e hoje podemos conhecer com pequena margem de erro o que as pessoas estão sentindo ou pretendendo, sem ouvirmos uma só palavra, isto é, apenas analisando a linguagem do corpo. Normalmente os nossos gestos são inconscientes, mas, observados até por leigos neste campo da psicologia, podem transmitir o que se passa em nosso íntimo.
Vigiar o comportamento do corpo é instruí-lo a não refletir os nossos receios, além de ser uma técnica correta de combatê-los.
Ao caminhar para o palco, demonstre pela sua postura um comportamento seguro e confiante; faça-o sem hesitar. O auditório ficará interessado em ouvir um orador que demonstra a atitude de alguém equilibrado.
Com o tempo, você estará tão acostumado a comandar seu corpo, que acabará agindo naturalmente, adquirindo e transmitido sua confiança.

4. Antes de pensar como, saiba o que falar
O orador preparou a sua palestra com todo cuidado, efetuou completa pesquisa nos seus livros, arquivos e anotações. Não esqueceu um detalhe. Ao revisar o trabalho, conclui que ali não caberia uma vírgula sequer, nada mais poderia ser acrescentado. Porém, ao apresenta-lo diante do auditório, verificou que estava enganado, faltava algo na sua exposição. Enquanto falava, lembrou-se de um fato que ilustraria o assunto de forma mais simples e objetiva.
Quadros como este que descrevemos são muito comuns. Quase sempre o orador complementa sua palestra com observações feita no próprio ambiente do auditório. Um simples gesto ou comentário dos ouvintes pode dar a quem fala a oportunidade de perceber aspectos que não poderia imaginar sozinho, afastado deste clima repleto de motivações.
Embora saiba, entretanto, que estes fatos são freqüentes, não espere que a tribuna seja sua única fonte de inspiração. Você controlará o medo de falar na frente das pessoas, se souber exatamente o que vai dizer. Apresentar um assunto que não foi convenientemente preparado é o mesmo que andar por um campo minado, temendo a cada passo encontrar uma bomba.
Se ocorrem novas idéias enquanto estiver falando, ótimo, transmita-as aos ouvintes. Agora, deixar de se preparar, esperando que elas apareçam diante da platéia, além de tirar sua tranqüilidade, é um risco que ninguém deve correr.

5. Não adquira vícios
Botões do paletó, bolsos, lápis, giz, folha de papel, fio do microfone não poderão oferecer-lhe segurança. Já observou quantos oradores procuram acalmar-se, mexendo nos botões do paletó ou colocando as mãos nos bolsos? Pensar que agindo assim o nervosismo desaparecer é um engano. Poderá tornar-se um péssimo vício (se é que existem bons) e arriscará a desviar a atenção do auditório, que durante todo o tempo precisa ficar concentrada nas suas palavras.
Acostume-se desde o início a não colocar os cotovelos sobre a mesa ou sobre a tribuna, a não segurar objetos nas mãos, a não se apoiar, ora sobre uma perna, ora sobre a outra. Estas são fugas que só poderão atrapalha-lo. Enfrentando conscientemente e sem artifícios o problema do medo, você irá controla-lo mais rapidamente.
Desde que não se transforme num vício, pouco antes de se dirigir à tribuna, descarregue o excesso de tensão, apertando as mãos. Mas faça isso apenas uma ou duas vezes, ou poderá chegar diante do público com esta atitude, e demonstrando que está nervoso.

6. Chame sua voz com a respiração
Normalmente, a primeira indicação que recebemos sobre as alterações ocorridas no estado emocional de uma pessoa é através da voz.
O nervosismo deixa a voz enroscada na garganta e cada frase é pronunciada com dificuldade, aumentando assim a intranqüilidade de quem fala. Tossir, pigarrear, além de ser desagradável aos ouvidos da platéia, não resolve o problema, ao contrário, poderá agravá-lo. Se ocorrer um desequilíbrio vocálico quando estiver falando, fique tranqüilo, respire profundamente e em seguida provavelmente a voz voltará ao estado normal.

7. A prática irá proporcionar-lhe o reflexo
No início, você não saberá se deve gesticular com o braço direito, com o esquerdo, com os dois, se olha para o auditório, se pensa no que vai falar, ou se fala sem pensar. Nessa fase você estará agindo com a atenção concentrada em cada detalhe, timidamente.
A partir do momento que as suas atitudes forem impulsionadas pelos reflexos adquiridos pela prática, você se sentirá despreocupado, natural, confiante.
Dificilmente descobrimos quando estamos vivendo esta transformação. De repente percebemos que o medo de falar já está controlado e chegamos a rir, quando nos lembramos daqueles temores que durante boa parte da vida estiveram ao nosso lado.

Fonte: http://www.clubedafala.com.br/medo-de-falar-em-publico.html

Dez dicas para lidar com o nervosismo nas apresentações em público

1. Deu branco: use recursos para se apoiar, como a apresentação no Power Point ou um roteiro impresso com palavras-chave. "Se uma apresentação é feita apenas verbalmente, depois de três dias os ouvintes se lembrarão de apenas de 10% do que foi transmitido. Se for feita com auxílio de recursos visuais, depois de alguns dias, os ouvintes se lembrarão de 65% da mensagem. Só devemos tomar cuidado para não abusar dos recursos visuais ou ficar lendo o tempo todo", explica o professor Reinaldo Polito. 2. Memorização: Redija o texto para cada tela do Power Point, ensaie, depois deixe o texto de lado e treine sem olhar para a tela. Quando surgir o slide, o orador deve saber o que falar. "Familiarize-se com cada lâmina para evitar os brancos", diz Fernando, do Instituto Fale Bem.
3. Treine em voz alta: "Para aproveitar bem a voz, é preciso pronunciar bem as palavras", diz Polito. Leitura diária em voz alta de textos de jornais, revistas ou livros pode ajudar a melhorar a pronúncia e a respirar melhor, segundo ele. "Ao ler em voz alta, repita as palavras que achar mais difíceis ou que se repetem no texto. Ao pronunciar os verbos, enfatize bem as letras R ao final das palavras".


4. Fale com o espelho: o melhor exercício de oratória é praticar, principalmente a introdução e a conclusão. "Treine toda a apresentação em frente ao espelho, prestando atenção no gestual, que deve ser harmônico com o discurso", diz Fernando, do Instituto Fale Bem. Você também pode se apresentar para alguém da família ou filmar a apresentação para se avaliar depois.

5. Chegue cedo: chegar uma hora ou 30 minutos antes do horário de início da apresentação e conversar com as pessoas que vão chegando ajuda a manter a calma. Se forem desconhecidas, então, faz com que você se sinta mais à vontade com elas antes de ter de se apresentar.
6. Olhe para a plateia:  "A comunicação visual deve atingir três objetivos: observar a reação dos ouvintes; prestigiar a presença das pessoas e quebrar a rigidez postural na hora de olhar para um lado e para o outro", diz Polito, que sugere olhar sempre para todos os lados da plateia.

7. Respire corretamente: a respiração mais prolongada, soltando o ar lentamente ao falar, também ajuda. Se a pessoa sofre de ansiedade e tem a respiração ofegante, muito curta, demonstra insegurança. Treine: inspire e segure o ar no abdome, depois vá soltando devagar pelo nariz.




8. Cuidado com a monotonia: a entonação e o volume da voz são fatores importantes para uma boa comunicação. A pessoa que fala muito baixo e numa mesma entonação torna a apresentação monótona. "É importante usar volume de voz suficiente para que todos possam ouvir bem. Mas a pessoa deve alternar o volume e a velocidade da fala para que o ritmo seja sempre agradável e motivador", afirma Polito.

9. Expressão corporal: os dois maiores defeitos da gesticulação são a falta e o excesso de gestos, sendo que o excesso costuma ser mais grave do que a falta. Polito afirma que, de maneira geral, a pessoa deve evitar falar o tempo todo com as mãos nos bolsos, com os braços nas costas ou cruzados na frente do corpo em posição defensiva. "É preciso evitar, também, ficar apoiado de maneira desleixada sobre uma das pernas ou mantê-las muito abertas ou muito fechadas".

10. O início da apresentação é o momento mais delicado: para contornar esses difíceis instantes iniciais, a pessoa deve começar a falar um pouco mais devagar e mais baixo para não deixar que sua instabilidade seja projetada. "Se a pessoa levou algumas anotações, arrume os papéis sem pressa. Ajeite sem precipitação a altura do microfone. Cumprimente uma a uma as pessoas que compõem a mesa diretora. Deixe as mãos sobre a mesa ou a cadeira para não permitir que o tremor seja percebido. Todos esses cuidados são importantes para conquistar um pouco mais de confiança", afirma Polito.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2013/09/09/siga-dez-medidas-simples-para-superar-o-medo-de-falar-em-publico.htm