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domingo, 6 de março de 2016

“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.”





“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.” 

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais  quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem  aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas  pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No  entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

Extraído do livro “O amor que acende a lua”, de Rubem Alves.



Caros alunos do 3A 2A 2B e 1A do CEMAP!

Esta mensagem foi nossa reflexão para início do ano letivo de 2016!
A dinâmica foi excelente, parabéns! Registre aqui seu comentário. Muito obrigada! Um mega beijo, professora Laura

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Relatório da revista virtual – Língua Portuguesa e Filosofia





Relatório da revista virtual – Língua Portuguesa e Filosofia

 

As professoras das duas disciplinas Laura Lopes de Paiva e Tatiane Martins Evangelista selecionaram o segundo ano do Ensino Médio para esta atividade devido ao perfil que possui. Adotaram o tema alimentação sugerido na REFLEXÃO E AÇÃO.  Fizeram um roteiro de conteúdo interdisciplinar para uma pesquisa bibliográfica, com a utilização de livros didáti­cos ou em outros materiais – jornais, revistas, conteúdos disponibilizados na internet e outras mídias; saídas a campo (piquenique) na praça da Catedral Nossa Senhora da Glória no dia do Estudante 11/08/2015; realização de entrevistas, observação dos hábitos alimentares dos colegas, dos familiares e das comunidades locais, entre outros.

 

 

Conteúdo: transtornos alimentares: bulimia e anorexia.

·        Diferenciar dois transtornos alimentares: bulimia e anorexia;

·        Valorizar hábitos que são condição de uma vida saudável, como por exemplo, dieta balanceada e prática de exercícios físicos.

 

Conteúdo: GENÉTICA DO METABOLISMO

·        Conhecer as bases genéticas da hereditariedade, suas causas e consequências, possíveis alterações e o modo como se refletem na espécie humana, principalmente em relação ao metabolismo.

·        Sistema digestivo e alimentação.

·        Estudo sobre os nutrientes necessários para a saúde

·        As causas da deficiência de vitaminas no organismo humano.

 

Conteúdo: Composição química de alimentos.

·        O aluno deverá conhecer a umidade, proteínas, enzimas, lipídios, carboidratos, vitaminas, minerais dos alimentos.

·        Deverá aprender a composição química e nutricional dos alimentos, sob os aspectos de classificação, funções, propriedades e determinações químicas.

 

Conteúdo - Método experimental.

·        Compreender o processo de manipulação genética para obtenção de um alimento transgênico ou geneticamente modificado.

·        Analisar as vantagens e desvantagens do uso dos transgênicos em nosso cotidiano.

·        As ideologias presentes nas práticas científicas em relação aos meios de produção.

 

Conteúdo: Efeitos da Globalização na alimentação.

·        O aluno deverá compreender a influência da globalização no hábito alimentar e na saúde da população brasileira.

·        Compreender sobre a cultura alimentar no Brasil.

·         Através de dados do senso sobre a produção de alimentos por regiões.

·        Identificar a importância dos alimentos característicos de cada região.

 

 

 

 

 

Conteúdos: Aprendendo a calcular calorias e índices glicêmicos dos alimentos.

·        Desenvolver hábitos de alimentação saudável;

·        Aprender a fazer algumas receitas culinárias utilizando frutas e hortaliças;

·        Pesquisar na web, utilizando os laptops, receitas alternativas com frutas e hortaliças;

·        Calcular porcentagem nutricional dos alimentos; índice glicêmico

·        Utilizar dados estatísticos do senso sobre produção e fome no Brasil.

 

Conteúdo: A obesidade é culpa do fast food ou do freguês?

·        Explorar e escrever textos instrucionais (estatísticas e temas relacionados ao consumo de fast food  e alimentos industrializados).

·        Interpretação de textos abordando temas relacionados à fome no Brasil ou consumo de alimentos.

·        Debater com os alunos sobre a sedução publicitária e o consumo inconsequente

 

Conteúdo: Alimentação saudável.

·        Refletir sobre o hábito alimentar;

·        Contribuir para uma mudança de hábito alimentar;

·        Conhecer a importância de uma alimentação saudável;

 

Conteúdo: Sedentarismo X prática de atividade física.

·        Apresentar dados sobre o sedentarismo no Brasil.

·        Ressaltar a importância da atividade física para a saúde.

·        Apresentar algumas atividades físicas que podem ser praticadas fora da escola.

 

Conteúdo: Alimentos básicos no período de treino.

·        Compreender a importância da alimentação saudável e as recomendações nutricionais para diferentes tipos de exercícios físicos.

·        Conhecimentos básicos de alimentação e nutrição, função dos alimentos e suas necessidades,

·        Importância de alimentos adequados no período de treino, competição e recuperação do atleta bem como na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis.

 

Conteúdo: Alimentação, cultura e sociedade.

·        Avaliar a evolução histórica do ato de comer e seus reflexos sociais.

·        Conhecer os alimentos consumidos nas diferentes etnias, regiões e países.

·        Compreender a importância da agricultura para produção de alimentos

 

Conteúdo: Alimentação como ato nutricional e ato social.

·        Avaliar a evolução histórica do ato de comer e seus reflexos sociais.

·        O alimento constitui uma categoria histórica, pois os padrões de permanência e mudança dos hábitos e práticas alimentares têm referências na própria dinâmica social.

·        Alimentar-se é um ato nutricional, comer é um ato social, pois constitui atitudes, ligadas a usos, costumes, protocolos, condutas e situações.

 

A revista está disponível no site:


 


 


 

 
http://www.emdialogo.uff.br/node/3458#comment-10

Dicas de dissertação


Cuidado:
Fuga da temática é fatal!

sábado, 26 de setembro de 2015

Como Escrever Melhor



Escrever bem é saber expressar idéias clara, rápida e persuasivamente. Uma boa redação revela capacidade de raciocínio e esforço pessoal - mesmo para aqueles que têm mais facilidade.
Para ajudar você a escrever melhor, no trabalho ou na escola, a Tilibra preparou algumas dicas, cedidas gentilmente pelas Empresas Ogilvy & Mather, um dos maiores conglomerados de Comunicação do Brasil e do Mundo.

A Tilibra lhe oferece essas dicas esperando que, com elas, sua autobiografia seja escrita com muitas páginas de sucesso.

1. Tenha sempre em mente que o tempo do leitor é limitado.

O que você escrever deve ser entendido na primeira leitura.
Se você quer que seu trabalho seja lido e analisado por seus superiores, seja breve. Quanto menor o texto, maior a chance de ser lido por eles. Durante a 2ª Guerra Mundial, nenhum documento com mais de uma página chegava à mesa de Churchill.

2. Saiba onde você quer chegar.

Antes de redigir, faça um esboço, listando e organizando suas idéias e argumentos. Ele lhe ajudará a não se desviar da questão central. Comece parágrafos importantes com sentenças-chave, que indiquem o que virá em seguida. Conclua com parágrafo resumido.

3. Torne a leitura fácil e agradável.

Os parágrafos e sentenças curtos são mais fáceis de ler do que os longos. Mande telegramas, não romances. Para enfatizar, sublinhe sentenças e enumere os pontos principais (como fizemos com essas "dicas").

4. Seja direto.

Sempre que possível, use a voz ativa.

Voz Passiva - "Estamos preocupados com que nosso projeto não seja aprovado, o que poderia afetar negativamente nossa fatia de mercado".

Voz Ativa - "Acreditamos que esse projeto é necessário para manter nossa fatia de mercado".

5. Evite "clichês".

Use suas próprias palavras.
Clichê - O último, mas não menos importante...

Direto - Por último...

6. Evite o uso de advérbios vagos.

E não esclarecedores, como "muito", "pouco", "razoavelmente".

Vago - O projeto está um pouco atrasado.

Direto - O projeto está uma semana atrasado.

7. Use uma linguagem simples e direta.

Evite o jargão técnico e prefira as palavras conhecidas. Não esnobe o seu português.

Jargão - Input, Output.

Português comum - Fatos/informações, resultados.

8. Ache a palavra certa.

Use palavras de que você conheça exatamente o significado. Aprenda a consultar o dicionário para evitar confusões.
Palavras mal-empregadas são detectadas por um bom leitor e depõem contra você.

9. Não cometa erros de ortografia.

Em caso de dúvida, consulte o dicionário ou peça a alguém para revisar seu trabalho. Uma redação incorreta pode indicar negligência de sua parte e impressionar mal o leitor.

10. Não exagere na elaboração da mensagem.

Escreva somente o necessário, procurando condensar a informação. Seja sucinto sem excluir nenhum ponto-chave.

11. Ataque o problema.

Diga o que você pensa sem rodeios. Escreva com simplicidade, naturalidade e confiança.

12. Evite palavras desnecessárias.

Escreva o essencial. Revise e simplifique.
Não Escreva / Escreva

Plano de Ação  /  Plano
Fazer um debate  /  Debater
Estudar em profundidade  /  Estudar
No evento de  /  Se
Com o propósito de  /  Para
A nível de Diretoria  /  Pela Diretoria

13. Evite abreviações, siglas e símbolos.

O leitor pode não conhecê-los.

14. Não se contente com o primeiro rascunho.

Reescreva. Revise. Acima de tudo, corte. Quando se tratar de um trabalho importante, faça uma pausa, entre o primeiro e o segundo rascunho, de pelo menos uma noite.

Volte a ele com um olhar crítico e imparcial.

15. Peça a um colega para revisar seus trabalhos mais importantes.

E dê total liberdade para comentários e sugestões.

O texto "Como Escrever Melhor" foi obtido a partir do livro de mesmo nome, de autoria de Ivan René Franzolim.

CopyRight © Tilibra.







CopyRight © 2002 - Jefferson Hilgert - Todos direitos Reservados

Fonte: http://www.bestreader.com/port/txcomoescrever.htm

Obs.: Gostei muito de encontrar na WEB este excelente material. No início da década de 90 comprando material escolar para meu filho, ganhei alguns panfletos "Dicas Tilibra" na Bom Livro de Maringá, Muito me auxiliou em palestras e cursos. Professora Laura Lopes de Paiva

 

sábado, 31 de janeiro de 2015

Veja Todos os Temas da Redação do Enem

A prova de redação do Enem faz parte da matriz de referência de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, já que esta abrange os conteúdos de Língua Portuguesa como gramática normativa, interpretação de textos e produção textual. O exame segue a tradição da maioria dos vestibulares do país: incluir uma avaliação de produção textual que, na verdade, não avalia apenas a escrita do candidato, mas também a leitura.
A prova redação está presente no Enem desde a sua primeira edição (1998) e tem como característica abordar temas com viés social, voltados para as realidades política e história do Brasil e, por isso, tem como especificidade buscar uma proposta de intervenção social por parte do candidato, a qual abordaremos a seguir.
Os temas de todas as propostas de redação do Enem, desde sua concepção até o ano de 2014 foram:
  • 1998: Viver e aprender
  • 1999: Cidadania e participação social
  • 2000: Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar esse desafio social
  • 2001: Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
  • 2002: O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais que o Brasil necessita?
  • 2003: A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras desse jogo?
  • 2004: Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação
  • 2005: O trabalho infantil na sociedade brasileira
  • 2006: O poder de transformação da leitura
  • 2007: O desafio de se conviver com as diferenças
  • 2008: Como preservar a floresta Amazônica: suspender imediatamente o desmatamento; dar incentivos financeiros a proprietários que deixarem de desmatar ou aumentar a fiscalização e aplicar multas a quem desmatar?
  • 2009: O indivíduo frente à ética nacional
  • 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
  • 2011: Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado
  • 2012: Movimento imigratório para o Brasil no século XXI
  • 2013: Os Efeitos da Implantação da Lei Seca no Brasil
  • 2014: Publicidade Infantil em Questão no Brasil
Podemos dizer que até 2003 os temas eram abordados de uma forma mais abrangente e generalizada e que a partir de 2004 essa abordagem passou a ser mais específica e detalhada, focando um determinado aspecto. Porém, desde o início do Enem, os temas têm enfoque social, abordando assuntos fundamentais como cidadania, direitos humanos, meio ambiente, educação, convívio social, ética, política, liberdade, comunicação etc. Por vezes, um mesmo tema abrange vários destes subtemas; por exemplo, o tema da prova de 2007 “O desafio de se conviver com as diferenças” engloba a questão da discriminação, dos inúmeros preconceitos (que, infelizmente, ainda estão enraizados na sociedade, não só brasileira) e, portanto, do convívio social e da liberdade de expressão, tanto corporal, sexual, religiosa, de informação, dentre outras.

Com esta postura, o Enem nos mostra que objetiva que os candidatos, além de argumentarem fortemente a favor do seu ponto de vista, atuem como sujeitos autônomos, protagonistas dos seus discursos e cidadãos, não apenas como sujeitos passivos que não tenham nada a dizer, nada a ajudar. A escola, como instituição, tem o dever de formar cidadãos conscientes, proativos e protagonistas de suas vidas e de seus dizeres, já que todos nós temos (e muito) o que falar.
Para tanto, manter-se atualizado acerca das pautas cotidianas atuais, com viés social, é fundamental, já que a tradição é a de abordar temas sociais e atuais, como por exemplo, os efeitos da implementação da Lei Seca no Brasil, como foi o caso do Enem 2013.
Como dissemos anteriormente, desde seu nascimento, o exame traz como propostas de redação temas sociais e nacionais, isto é, que dizem respeito ao Brasil e à sociedade brasileira; portanto, podemos descartar, para a prova de produção escrita do Enem 2015, temas e acontecimentos internacionais.
Voltando ao Enem 2012, a questão da imigração para o nosso país neste século tem a ver com ocorrências internacionais, como a devastação do Haiti, a crise na Zona do Euro, a busca por qualidade de vida dos latinos – americanos (como bolivianos e colombianos, por exemplo, que buscam melhores condições de vida e de trabalho no nosso país), mas relacionados ao Brasil, não isolados em seus países. Assim, temas internacionais podem, sim, servir como panos de fundo para o tema da redação do Enem, que, por sua vez, é sempre relacionado ao nosso país.

*CAMILA DALLA POZZA PEREIRA é graduada e mestranda em Letras/Português pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente trabalha na área da Educação exercendo funções relacionadas ao ensino de Língua Portuguesa, Literatura e Redação. Foi corretora de redação em em importantes universidades públicas. Além disso, também participou de avaliações e produções de vários materiais didáticos, inclusive prestando serviço ao Ministério da Educação (MEC).
**Camila também é colunista semanal sobre redação do infoEnem. Um orgulho para nosso portal e um presente para nossos milhares de leitores! Seus artigos serão publicados todas às quintas-feiras, não percam!

Fonte: http://www.infoenem.com.br/veja-todos-os-temas-da-redacao-enem/

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Artigo de opinião



Alunos da Escola de Referência em Ensino Médio Clementino Coelho que participaram da Olimpíada em 2014 publicaram seus artigos de opinião em livro disponibilizado na internet. Os textos tratam de questões polêmicas e de relevância social do Vale do Rio São Francisco, na divisa entre Pernambuco e Bahia.
 
Luiz Henrique Gurgel


A ideia surgiu na própria escola, durante as oficinas de textos do gênero Artigo de Opinião da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro 2014. Por que não reunir os melhores textos produzidos pelas turmas de segundo e terceiro ano do ensino médio num livro? E, melhor ainda, por que não aproveitar a presença de monitores na área de informática, para fazer um livro eletrônico, acessível por qualquer pessoa, via internet, em qualquer parte do planeta? Foi assim que a Escola de Referência em Ensino Médio Clementino Coelho, em Petrolina (PE), cidade à beira do rio São Francisco, viabilizou uma das ações mais importantes de quem trabalha com criação de textos: a publicação.

O livro “Meu ponto de vista” (acesse abaixo) foi um autêntico trabalho de equipe, coordenado pela professora Érika Ribeiro que participa do programa desde 2008, ano em que chegou à final na categoria Artigo de Opinião.  Érika orientou oito turmas, num total de 344 alunos de segundo e terceiro ano. Outra professora que participou do projeto, Kátia Simone Medrado, trabalhou com outros 43 estudantes. Além dos textos, estudantes também fizeram as capas, ilustrações – a cargo de Lorrane Souza Eloi e Dayane Silva Ferreira de Menezes - e a diagramação, tudo com ajuda e orientação de monitores do PIBID, programa do Ministério da Educação que fornece bolsas de iniciação à docência a universitários que se dediquem ao estágio em escolas públicas.  O “e-book” trouxe os onze melhores Artigos de Opinião, produzidos sobre questões polêmicas e de relevância social da região do Vale do São Francisco.
 
“Desde o começo das oficinas, pensava numa forma de publicar os textos selecionados. Inicialmente pensei no grupo que criei no Facebook para troca de informações, publicação de textos, slides etc. Porém, com a chegada dos monitores do PIBID na área de informática e a disposição deles para nos ajudar, fiz a proposta do e-book e eles toparam”, conta Érika.
Os textos apresentados no e-book seguem a ordem de classificação da Comissão Julgadora da escola. Como já estava acertado o lançamento do livro eletrônico, selecionou-se um número maior de textos, onze no total. A escola – que só participou na categoria Artigo de Opinião - não teve o texto selecionado na etapa municipal, isso deu mais motivação para a equipe professora: “[O e-book] seria uma forma de prestigiar o trabalho deles”.

A professora diz que o trabalho coletivo, com os textos e as ilustrações, mobilizou os estudantes, estimulando pesquisas para conhecerem e se posicionarem sobre questões locais. Ela também destaca a aprendizagem construída ao longo das etapas, principalmente o trabalho de reescrita dos textos para publicação e a confecção do e-book. “Ao saberem de seus textos publicados na internet foi notória a satisfação e encantamento. Para mim, a satisfação se estende além do campo profissional de Língua Portuguesa, da mera "produção textual", porque esse tipo de atividade oportuniza a ampliação dos horizontes, o fazer crítico, a participação ativa e crítica dos alunos, o reconhecimento do seu papel social”, conclui Érika.
 
Acesse aqui o livro “Meu ponto de vista”: http://pt.calameo.com/read/004108942b2814777cde8

Fonte: https://www.escrevendoofuturo.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1875:estudantes-de-petrolina-pe-criam-livro-eletronico-com-artigos-de-opiniao&catid=15:dicas-cultu 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Lei da palmada - Ensaio para o Artigo de Opinião


            Corrigir corretamente
 A lei da palmada é um assunto delicado, pois é visto de vários ângulos, muitos pós e contras, segundo pesquisas a maioria dos pais são contra essa lei, pois acham que a palmada educa, de certo modo sim, em primeiro lugar tem que haver o dialogo, alguns castigos diferentes das palmadas, em casos extremos é necessário uma correção mais rigorosa.
A palmada educa, impõe respeito, usada corretamente, sem agressividade de modo educativo.
 Muitas pessoas são a favor desta lei pois acham que estas palmadas, pode ser um revoltado amanhã. A palmada deve ser usada corretamente apenas para educar não para machucar.
Bianca de Oliveira  - 3A

           Lei das palmadas
 A lei das palmadas foi criada para impedir que pais batam em seus filhos não importe o quando e nem porquê.
 Essa lei ainda esta em ascensão, mas já causa muita contradição pois muitos pais acreditam que alguns tapinhas são necessários quando se trata da educação de filhos enquanto outros acreditam que os diálogos são o suficiente.
 Apesar de tudo será que precisamos de uma lei para nos ensinar a cuidar de nossos filhos?
Daniela
          Uma palmada faz bem!
 Durante anos vem se discutindo a lei da palmada, isso é errado pois, após um dialogo mal correspondido, a palmada educa e orienta um filho, todavia “palmadas” desnecessárias pode compromete-las no futuro.
 Muitas vezes dizem que “dar umas palmadas” não deixa o filho com respeito, nem educa, mas sim com medo, contudo, como muitas outras pessoas que já apanhou, eu também apanhei após não ter levado a sério o dialogo.
Felipe Douglas
          Não é só por uma palmada
  A lei da palmada é importante pois endurece a punição contra castigos exagerados a menores. A interpretação da mesma causou forte polêmica entre a população brasileira, majoritariamente contra a medida. O objetivo da lei é amenizar os maus tratos a que muitas crianças são submetidas diariamente.
  Além disso, é necessário que novos métodos educacionais sejam implantados em nosso cotidiano, a fim de desabituar de vez nossas crianças a violência.
Isabela Diniz

 
          Palmada sim, paulada nunca
   A lei anti-palmada está gerando muita polêmica, principalmente porque o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), não define exatamente o que são maus tratos para eles. Isto dificulta um pouco os argumentos críticos da sociedade.
  Uma palmada não causa dano algum a criança (é claro, se for usada na hora certa) porém quando se trata de espancamento, esta não é a forma legal de educar corretamente os filhos, pois além de não trazer nenhum benefício, acaba muitas vezes deixando o agredido, agressivo.
  Portanto é preciso ver como cada criança reage ao castigo e preferir usar aquele que não machuque-o mas faça sentir-se culpada pelo erra cometido. A melhor forma é conversando com os “pimpolhos” entretanto quando a conversa não resolve, uma palmada é necessária.
Jaline de Araujo Oliveira
 
          Educar através do diálogo
  Há alguns anos vem sendo discutido a lei da palmada, lei que diz que para educar não precisa de agressão física. A maior parte da população foi contra essa lei.
  Para educar vale sim conversar, ter um bom diálogo, porém muitas vezes a pessoa que está sendo educada passa da medida, chega ao extremo se vale dar algumas palmadas, vale mostrar que a conversa caso não fizer diferença leva a esse ato.
  Além disso essa lei pode fazer as crianças e adolescentes se sentirem ainda mais superior.
Jessica Almeida da Silva


          Disciplina
  Ao passar das décadas  a palmada foi uma das principais maneiras usada pelos pais para auxiliar na educação do filho.
  Muitos pais ainda não apoiam esse método pois acham que influenciam negativamente o futuro de seus filhos, seja fisicamente ou psicológicamente.
  Pessoalmente, apanhar é algo natural de toda criança, é uma forma de educar, obviamente estando ciente dos limites, mas um tapinha as vezes ajuda a mostrar onde a criança errou, e à alerta antes de cometer outro erro.
Jhonatan da Silva

          Educar sem palmadas
  Eu sou contra palmadas pois tem que saber a educar seus filhos, uma palmadinha para ajudar a educar faz bem pois tem pais que se empolgam a bater sem controlem e começa a machucar maltrata isso não é jeito de educar, se você sentar e conversar com ele sem maus-tratos ele pode vim entender e a palmada sendo em ultimo caso pois a criança pode ficar com isso na cabeça e ser agressiva quando ficar mais velha.
Lucas Adriano

          Palmada sim ou nunca
 Ao passar dos anos, alguns assuntos vem se tornando muito polêmicos no meio televisivo, como por exemplo, as palmadas, um tema que vem se tornando cada vez mais cotidiano, graças ao seu alto nível de repercussão.
 Há uma grande divergência nesse assunto, entre as pessoas que vão contra, e a favor. Se as palmadas forem para educar, impor limite e mostrar o que deve ou não fazer, são aceitáveis. Entretanto se servirem para colocar medo, e ao ponto de causar traumas na criança, são inaceitáveis.
 Todavia, o dialogo tem que ser usado, em primeiro lugar, e se a criança persistir em cometer o erro, as palmadas tem de ser utilizadas.
Mateus da Silva

          Uma palmada não fere, ela educa
 Desde um bom tempo um assunto polêmico relacionado a formação das crianças e a interferência da palmada na educação das mesmas, vem ganhando um espaço enorme na mídia, sem a palmada deve ser aplicada em situações que vem arrastando e que medidas educativas como conversas e castigo não estão adiantando.
 Uma palmada não fere ela educa, e traz respeito aqueles que vão criar a criança pelo respeito de sua vida.
 A palmada é uma medida essencial para que haja sempre uma lembrança, em que a consciência da criança sempre ira recorda-la daquele momento e procurar não errar novamente.
Marcos Adriano

          Uma palmada não dói
 A lei da palmada que esta em discussão no tribunal, que diz que os pais não devem bater nas crianças esta causando muita polêmica.
 A palmada pode até ser usada para educar, porém em certas ocasiões, se a criança fazer algo errado primeiramente os pais tem que conversar e explicar o que é errado, e se a criança continuar colocar de castigo e em ultimo caso usar a palmada.
 A lei da palmada não deve vigorar pois pode prejudicar pais que estão educando o seu filho e não aplicando castigos agressivos e severos, para esses casos existem outras medidas legais.
Michele Amorin

          Educar com palmada?
 Lei da palmada, é uma punição dos pais que batem agressivamente em seus filhos com intuito de educar.
 Eu sou contra alei da palmada, porque os pais devem educar seus filhos da maneira que achar correto.
 Portanto, conversar e mostrar para o seu filho o que ele esta fazendo de errado, e se ele persistir no erro, uma palmada ajuda a mostrar quem manda.
Natalia Soares

          Palmada não é violência
 Segundo pesquisas feitas, a maioria da população é contra educar com palmadas.
 Particularmente sou favorável, se depois de um longo dialogo não for resolvida a questão com a criança, acho necessária uma palmada para educar e impor limite.
 Portanto acho que a lei não deve vir a tona, pois os pais devem ter liberdade para educar seus filhos da maneira que achar melhor.
Natalia Pedriali

           Lei da palmada
Nem sou contra e nem a favor porque hoje as crianças tem personalidades diferentes, umas são agressivas, outras calmas, muitas aprendem outras não, e sempre fazem o errado que acaba fazendo o mal no futuro.
Salomão
 
          Polêmica da palmada
 Quando temos um filho, a maior preocupação é como devemos educar, e sempre tem o medo de errar na educação.
 Uma polêmica entre os pais é a palmada, bater ou não, será a melhor atitude a melhor uma medida mais dura, tentamos educar, se é o certo não sabemos, portanto erramos tentando fazer o certo.
Tainara Mendonça

          Bater não educa
 Eu concordo com a lei da palmada, muitas vezes as crianças desrespeitam seus pais, que leva os pais a dar palmada nos seus filhos, muitas vezes eles batem para educar seus filhos.
 Alguns pais chegam a ter ações brutas, chegam bater em seus filhos com cabo de vassoura, chinelos, varinha, mangueira, os filhos ficam com marcas pelo corpo e ficam com medo de seus e ficam com trauma pela vida inteira.
 Quando essas crianças crescem essas marcas lembram uma infância triste, traumatizada, com medo de falar com seus pais. Ele educam seus filhos diferente como ele foi educado quando criança, não quer que seus filhos seja filhos traumatizados.
Vitor Hugo Braz

Lei da Palmada
           Esta lei nos faz ver que a forma educativa adotada por muitas famílias por muitos anos agora cai por terra, fazendo com que os pais de agora criem outras formas de educar seus filhos, visto que a antiga formava crianças revoltadas, amargas e muitas vezes com déficit de aprendizado, pois fugiam das salas de aula pelas marcas deixadas em seus corpos por serem espancadas pelos pais, tais marcas fizeram com que se fechassem para o mundo abandonassem sua infância e partiram direto para a fase adulta, pulando etapas importantes da sua vida se tornando ótimos chefes e gerentes de bocas de fumo ou bandidos perigosos graças a estas formas de tratamento foram criados verdadeiros monstros, sem sentimento nenhum sem amor algum, existe um ditado que diz que como dar aquilo que não se recebeu.                                                  
          Hoje estas crianças quando ainda há tempo, são acompanhados por psicólogos, psiquiatras e especialistas em traumas diversos, adquiridos por métodos educativos com base em espancamentos, e surras absurdas, tais especialistas tem um árduo trabalho de descobrir o que desencadeou tal revolta, esta lei hoje não é mais que justa, mesmo porque sabemos que não é cumprida na integra, mas  que fez com que diminuísse os casos em números consideráveis porque estão diretamente envolvidos educadores, médicos,autoridades e a sociedade num todo, que tem por obrigação informar as autoridades pelos abusos cometidos.
Enfim a sociedade tem  que ter consciência amadurecida conhecer determinadas leis que amparam nossos jovens, são eles que construirão uma nova sociedade mais justa e que cumpra com seus deveres de cidadãos num todo.
Sabrina Teixeira         

Lei da Palmada, Não bata eduque!
A palmada não educa, a criança pega medo dos seus responsáveis, pois podem gerar algum ato que consequentemente vá gerar essa punição, deixa o menor em situações constrangedoras que podem interferir em sua personalidade, como exemplo se tornar uma pessoa agressiva.
Muitos pais aprenderam isso como método educativo com seus pais, hoje existe a lei que assegura a integridade física e moral, como também ongs e o apoio popular. Uma conversa, o certo e o errado mostrado de outras formas, até com um psicólogo se preciso, métodos que não sejam brutais.
Isabella Domingues Soares

   A Palmada realmente adianta ?
Eu não sou á favor da palmada pois é melhor educar do que não fazer nada e ter um filho mimado,não respeitando ninguém e tudo o que fazer de errado os pais passar a mão na cabeça e fala que acontece , apesar de sentir muito peso na consciência a criança tem de aprender o que é bom e o que não é !
A palmada vai adiantar pois ela (a criança) aprenderá que um castigo e se fazer de novo ,levará novamente á mão no bumbum.
  Milena Karoline   
Ninguém educa e ninguém aprende com violência, com tapas, socos, feridas, etc. A
maioria dos adultos da atualidade se dividem em duas partes, nos que apanhavam na
infância e por isso acham correto bater também, e nos que apanhavam, sofriam com
isso, e por esse motivo acham errado usar a violência com seus filhos. É desse modo
que eu penso, se o pai ou a mãe já sofreu durante sua infância devido à violência, na
época de seus pais, eles devem agora evitar que seus filhos passem pela mesma dor e
sofrimento que eles passaram.
Ninguém aprende apanhando, a conversa é o melhor modo de educar alguém. Na
conversa é possível fazer a criança ou adolescente entender melhor a situação, pensar
sem raiva ou dor sobre o ocorrido, e ainda ter uma confiança maior nos pais.
Por esses motivos eu sou à favor da Lei da Palmada, pois toda criança e adolescente
merecem uma vida tranquila e compreensiva, longe de qualquer tipo de trauma causado
pela violência.    
 Heloísa Reis de Juste
Lei mal resolvida
    A lei da palmada é um assunto que deve ser bem resolvido, pois a maioria das vezes as crianças merecem umas palmadas, as vezes os pais exagera, com essa lei eles vão tá tirando a autoridade dos pais em cima dos filhos, e eles não ia respeitar seus pais.
    As palmadas sempre é bem vinda nas horas certas para que os filhos pense no que fez. Muitas vezes o diálogo não resolve, deixar de castigo pode até resolver só naquela hora depois que ele sair do castigo ele vai fazer tudo de novo.
    A palmada resolve sim pois quando eles forem fazer alguma coisa de errado eles vão lembrar das palmadas e não vão cometer novamente o mesmo erro.
Sabrina da Silva Tonial 
Lei da Palmada
    Levar uma palmada de vez em quando não tem nada demais, porém, somente quando for necessário, mas, tornar isso frequente não é o certo a se fazer, o diálogo tem de vir antes da palmada, primeiro o respeito deve ser imposto pela voz, se a criança não ouvir deve haver a punição através da palmada. Stefany Larissa

Quem ama repreende
    A câmara federal aprovou mais uma lei de proteção para menores, a chamada lei da palmada. O que é um absurdo, pois assim o governo estará desencaminhando as crianças. Sempre coube aos pais decidirem o que é melhor para os filhos.
    Uma palmada seria apenas para impor respeito ou corrigir mal comportamento das crianças.
    Além disso a própria bíblia diz que os filhos devem ser corrigidos através da vara por seus pais.    
Se o governo quer mesmo interferir na educação ou na forma como os pais educam seus filhos, deve então punir aqueles que maltratam e espancam os filhos.
Murillo M. Oliveira 
Lei da palmada
    Um assunto que muito se escuta e que sempre está em pauta é o projeto da lei da palmada, que proíbe qualquer ato de violência contra a criança e o adolescente.
    A lei inibe pais que na grande maioria tentam exercer seu papel de educador, e que as vezes se veem na necessidade de dar uma palmada como um meio de represália maior, se formos levar ao pé da letra, a lei não quer que os pais deem limites aos seus filhos, obrigando-os a conviver em meio a possíveis selvagens sem educação.
    Por todavia devo frisar que há grande diferença entre dar uma palmada e espancar, sou a favor da palmada como forma de advertência maior e contra qualquer abuso desse recurso.
Mariana Bassetto 

A polemica lei
    A palmada é um dos mais antigos modos de educar os filhos, então umas palmadas na hora certa e do jeito certo, não faz mal a ninguém, por isso a lei não deveria existir, mas cada pai tem que ensinar seus filhos do jeito que ele acha certo, mas com cuidado, pois isso pode atrapalhar o futuro do filho.
João Victor T. de Souza 

“Lei da Palmada”
    Apesar de muitos pais aderirem à lei da palmada, para mim não seria o método mais adequado. Na minha opinião, quando se põe um filho no mundo, em vez de ficar batendo, uma boa conversa iria resolver, pois conforme o tempo passe, bater no filho irá de alguma maneira mexer com a cabeça da criança, causando problemas piores, pois o que se aprende dentro de casa, coloca em pratica na rua. Quando eu tiver um filho, eu vou educar ele com conversas, dando uma boa disciplina para ele, não concordando com a lei da palmada. Bater em meu filho, seria a última opção de educar ele!
Larissa Mezavilla

E aquela palmada?
    A lei da palmada, que vem sendo muito falada e bastante questionada pelo país inteiro, acaba trazendo bastante questões de beneficio e de desvantagem.
    Entretanto o mundo acaba sendo dividido entre prós e contra, se uma criança apronta, somente a conversa poderia resolver? Mas hoje em dia muitas vezes não resolve, a criança pode até chegar a uma conclusão, “já que não deu em nada, porque não posso tentar novamente”.
    Contudo a educação também vem da conversa, porém se não obter nenhum resultado, o melhor modo é aquela palmada mas de leve para não machucar e sim educar, e mostrar o limite e que dali não é para passar.
Bruna Kauanna Silva
 
Até onde vai o limite na educação?
     Hoje em dia em pleno século XXI surge a questão: será que na educação vale tudo para dizer não? Essa duvida todavia, nos conduz a pensar: ficar sempre só na conversa pode não adiantar, é preciso impor respeito e talvez a palavra sem ação não me de esse direito.
    Mas será mesmo que a melhor solução é ir logo metendo a mão? Já parou para refletir se “um tapinha não dói” de fato? Ou até mesmo no que se seguirá, o tapinha julgado por você, para dar limite e impor respeito.
    Uma lei como a da palmada se aplica a todos sem restrição, e é isso que devemos lembrar com a sua aprovação, castigo físico não educa, nem transforma um cidadão, coagir e maltratar, não se chama educação, acredito que o diálogo apenas, é a melhor solução e pode se aplicar em qualquer acasião, é preciso ter paciência e determinação, educação vem com o tempo e a admiração.
Thais Tatiane da Cruz
 

  Palmada ou não?
   A lei da palmada é um assunto que deve ser muito bem discutido, pois na maioria das vezes as crianças não respeitam seus pais se não levarem algumas palmadas, e essa lei irá tirar a autoridade dos pais.
    Dizer que palmada não levam a nada, que não educam, não é um argumento convincente, pois em alguns momentos é necessário punições mais severas, e umas boas palmadas na hora certa, educam sim.
Rebeca Bavaroti Cardoso
 
Lei da palmada
    A criança tem que apanhar pois isso é uma forma de punição e disciplinação do mesmo, pois o que a criança não aprende em casa ela aprende na rua. Não pode bater para machucar mais sim  doer, pois pela dor a criança vai perceber que aquilo é errado e não vai repetir aquela ação para não sentir a mesma dor novamente. Roger Braguim 
 Prender o pai
    Não sou a favor, pois a criança tem que aprender as coisas com a experiência, se ela fizer algo de errado e sua mãe lhe der uma palmada, ela nunca mais fará aquilo de novo.
    Mas há também os casos que há o espancamento da criança, ai eu sou a favor, acho que tem que prender o pai que faz essas coisas.
    Então a lei deveria ter varias clausulas, se for 5 espancamento sou a favor, mais se for só umas palmadas para educar ai eu vou a favor.
Maicon H. R. do Nascimento 
Digitação: Rita e Mariana - 2A