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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

domingo, 12 de janeiro de 2014

O QUE SUA COR PREFERIDA DIZ SOBRE VOCÊ

Vermelho
As pessoas que gostam do vermelho são objetivas, extrovertidas, e interagem bem com o meio. São rápidas em seus julgamentos e assumem posições definidas: não gostam de meio-termo. Segurança, autoconfiança, sinceridade e honestidade são os principais atributos de quem preferem essa cor, e geralmente apresentam temperamento explosivo. Possuem traços de liderança. Necessitam estar no controle da situação, podendo se tomar dominadores.
Quem não gosta do vermelho aspira calma e tranqüilidade. Não se sente bem em ambientes agitados; repudia a discussão e a violência. A aversão por essa cor pode também representar frustração e desânimo. Laranja
A preferência por essa cor revela alguém aventureiro, que gosta de desafios e tem prazer em enfrentar os obstáculos da vida. São pessoas corajosas, arrojadas e destemidas, que não desistem facilmente de um ideal. São ágeis, criativas, extrovertidas e gostam de viver perigosamente.
Rejeitar o laranja pode indicar alguém triste e sujeito a depressão, ou ainda, pessoas que negam seus impulsos mais arrojados e se sentem frustradas e fracassadas.
Amarelo
Descontração, alegria, criatividade e boa comunicação são traços marcantes na personalidade de quem gosta do amarelo. Essas pessoas são colaboradoras, participam intensamente da dinâmica do ambiente.
Não gostar do amarelo significa uma certa aversão à racionalidade. Geralmente são pessoas que se encontram tristes, amarguradas, pessimistas e sujeitas à depressão.
Verde
Aqueles que gostam do verde são ponderados, comedidos e não se empolgam facilmente. São confiáveis e possuem um alto grau de companheirismo. Têm facilidade em idealizar, mas não são tão hábeis na execução de seus projetos. Geralmente se atrapalham e até se perderem quando precisam realizar algo. Apresentam certa subjetividade e não têm muita habilidade para lidar com sua afetividade.
Não gostar do verde representa não admitir o meio-termo, ser objetivo e ter aversão pelas situações indefinidas.
Azul
A preferência pela cor azul é sinal de emotividade. Ternura e afetividade são características evidentes no comportamento de quem gosta do azul. São pessoas colaboradoras e companheiras, que valorizam a amizade e se mobilizam para conquistar a harmonia nas relações familiares e sociais, interagindo muito bem com o ambiente. São serenas e acolhedoras com aqueles que estão do seu lado.
Não gostar do azul demonstra dificuldade de envolvimento afetivo, tendência ao isolamento, egoísmo e depressão.
Violeta
A liderança é um traço marcante na personalidade de quem tem o violeta como cor favorita. Requinte e bom gosto fazem parte de seus hábitos. Essas pessoas possuem uma ótica ampla e profunda acerca das situações, e não se deixam levar pelas aparências. São seletivos na escolha de amigos e não gostam de superficialidade nos diálogos.
Aqueles que não gostam do violeta geralmente são revoltados com o poder, apresentam uma certa rebeldia em relação ao comando e à autoridade, e gostam de transgredir as regras impostas por um dirigente.
Marrom
A preferência por essa cor representa maturidade emocional, objetividade, firmeza nas decisões e solidez naquilo que faz. São pessoas bastante ativas e persistentes que não desistem facilmente dos seus objetivos.
Branco
São pessoas maleáveis e flexíveis. Agem com naturalidade; apresentam delicadeza em seus gestos. Exigem sinceridade no relacionamento, não gostam de situações obscuras. Conseguem manter a serenidade mesmo em momentos de grande turbulência. .
Preto
As pessoas obesas geralmente gostam desta cor porque ela suaviza os traços excessivos do corpo. A inibição, o constrangimento e a tendência ao isolamento, podem ser condições de afinidade da pessoa pelo preto, ou ainda, o bloqueio emocional e a dificuldade em estabelecer vínculos afetivos. Por fim, pode representar também a dificuldade de integração com o ambiente e de expor seus mais caros sentimentos
Texto extraído do Livro “Cromoterapia, a Cor e Você
Autor: Valcapelli – Ed.C.Roka Ltda

Conhecimento de si próprio

Por Gibran Khalil Gibran (livro "O profeta")
E um homem disse: "Fala-nos do conhecimento de si próprio."
E ele respondeu, dizendo:
"Vosso coração conhece em silêncio os segredos dos dias e das noites;
Mas vossos ouvidos anseiam por ouvir o que vosso coração sabe.
Desejais conhecer em palavras aquilo que sempre conhecestes em pensamento.
Quereis tocar com os dedos o corpo nu de vossos sonhos. E é bom que o desejeis.
A nascente secreta de vossa alma precisa brotar e correr, murmurando para o mar;
E o tesouro de vossas profundezas ilimitadas precisa revelar-se a vossos olhos.
Mas não useis balanças para pesar vossos tesouros desconhecidos;
E não procureis explorar as profundidades de vosso conhecimento com uma vara ou uma sonda,
Porque o Eu é um mar sem limites e sem medidas.
Não digais: 'encontrei a verdade.' Dizei de preferência 'Encontrei uma verdade.'
Não digais: 'Encontrei o caminho da alma.' Dizei de preferência: 'Encontrei a alma andando em meu caminho.'
Porque a alma anda por todos os caminhos.
A alma não marcha em linha reta nem cresce como um junco.
A alma desabrocha, qual um lótus de inúmeras pétalas."

Então, um professor disse: "Fala-nos do ensino."
E ele respondeu, dizendo:
"Homem algum poderá revelar-vos senão o que já está meio adormecido na aurora do vosso entendimento.
O mestre que caminha à sombra do templo, rodeado de discípulos, não dá de sua sabedoria, mas sim de sua fé e de sua ternura.
Se ele for verdadeiramente sábio, não vos convidará a entrar na mansão de seu saber, mas vos conduzirá antes ao limiar de vossa própria mente.
O astrônomo poderá falar-vos de sua compreensão do espaço, mas não vos poderá dar a sua compreensão.
O músico poderá cantar para vós o ritmo que existe em todo o universo, mas não vos poderá dar o ouvido que capta a melodia, nem a voz que a repete.
E o versado na ciência dos números poderá falar-vos do mundo dos pesos e das medidas, mas não vos poderá levar até lá.
Porque a visão de um homem não empresta suas asas a outro homem.
E assim como cada um de vós se mantém isolado na consciência de Deus, assim cada um deve ter sua própria compreensão de Deus e sua própria interpretação das coisas da terra."

Fonte: http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2009/08/gibran_do_conhe.html

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

O dia mais belo: hoje A coisa mais fácil...

O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!
Madre Tereza de Calcutá

O mundo em uma aldeia

Esta estatística que navega na Internet, tem sido republicada em vários lugares do mundo:
Se fosse possível reduzir a população do mundo inteiro em uma vila de 100 pessoas, mantendo a proporção do povo existente agora no mundo, tal vila seria composta de:
57 Asiáticos
21 Europeus
14 Americanos (Norte, Centro e Sul)
8 Africanos
52 seriam mulheres
48 homens
70 não brancos
30 brancos
89 seriam heterossexuais
11 seriam homossexuais
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza do mundo
80 viveriam em casas inabitáveis
50 sofreriam de desnutrição
1 teria computador
1 (sim, apenas um) teria formação universitária.
Considere ainda: se você acordou hoje mais saudável que doente, você tem mais sorte que um milhão de pessoas que não verão a próxima semana. Se nunca experimentou o perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia da tortura, a dor da fome, você tem mais sorte que 500 milhões de habitantes no mundo.
Se você tem comida na geladeira, roupa no armário, um teto sobre sua cabeça, um lugar para dormir, considere-se mais rico que 75% dos habitantes deste mundo.
Se tiver dinheiro no banco, na carteira ou um trocado em alguma parte, considere-se entre os 8% das pessoas com a melhor qualidade de vida no mundo
E se você está agora lendo esse texto, é porque não está entre os 2 bilhões de pessoas que não sabem ler...

autoria desconhecida

EU QUERIA SER...

Vida,
para fazer nascer os
que estão morrendo.

Sol,
para fazer brilhar os
que não possuem luz.

Luz,
para iluminar os que
vivem na escuridão.

Chuva,
pra correr por toda a
terra e molhar os campos
secos e devastados.

Lágrima,
para fazer chorar os
corações insensíveis.

Voz,
para fazer falar os que
sempre se ocultaram.

Canto,
para alegrar os que
vivem na tristeza.

Luar,
para brilhar na noite
dos apaixonados.

Flor,
para enfeitar os jardins
no outono.

Silêncio,
para fazer calar as vozes
que atordoam o coração
do homem.

Sinos,
para repicar nos Natais
dos que possuem recordações
amargas.

Grito,
para mostrar a dor dos que
sofrem em silêncio.

Olhos,
para fazer enxergar os cegos
de verdade.

Força,
para fugir dos que a utilizam
para o mal.

Sorriso,
para encantar os lábios
amargurados.

Sonho,
para colorir a vidas
dos realistas.

Veículo,
pra trazer de volta os que
partiram deixando saudades.

Amanhecer,
para fazer um dia a mais de
felicidade sobre a terra.

Noite,
para descansar os que lutam
durante o dia.

Amor,
para unir as pessoas e lhes
dizer que sou apenas uma
delas.

Padre Jacinto Bergmann/CNBB

Abaixo a palavra impossível

Quando proferida alto, a palavra “IMPOSSÍVEL” é de efeito devastador no subconsciente. O pensamento se detém. As portas batem, fechadas.
A pesquisa dá uma brecada. A experimentação posterior é torpedeada. Os projetos são abandonados. Os sonhos são descartados.As mais brilhantes e as melhores células criativas do cérebro mergulham de ponta-cabeça, calam a boca, se ocultam, esfriam e se voltam para algum canto subterrâneo - escuro, mas seguro - da mente. Mediante esta manobra defensiva, o cérebro se agasalha contra o doloroso ferrão dos insultantes desapontamentos, das brutais e embaraçosas rejeições, das esperanças espatifadas.
Nos meus quinze anos como projetista fui torturado diversas vezes com essa palavra, por colegas e chefes insensíveis, até que resolvi execrá-la do meu vocabulário.
Deixemos, agora, que alguém diga as palavras mágicas. Impossível? Pode crer que isto não está em meu dicionário. É porque “impossível” é uma palavra perigosa.
“Poderá ser possível! Não sei como, ou quando, mas pode ser possível!” Estas palavras arrebatadoras, como o apelo da sereia, de uma trombeta disciplinada, penetram no subconsciente, desafiando e chamando aqueles orgulhosos poderes para se apresentarem e se manifestarem. Sonhos sepultados são ressuscitados. Centelhas de entusiasmo novo palpitam, logo se transformando em novas chamas.
Movimentos bloqueados são ativados. Arquivos empoeirados são reabertos. As luzes se acendem de novo nos laboratórios de há muito obscuros. Os telefones começam a tocar. Os computadores são ligados. Novos orçamentos são revistos e aceitos. “Precisa-se de ajuda”: cartazes com estes dizeres são pendurados. As fábricas recebem novos equipamentos e são reabertas. Novos produtos aparecem. Abrem-se novos mercados. Termina a recessão. Uma nova era de aventura, experimentos, expansão e prosperidade nasceu!

Você diz: “mas, Daniel, você está fazendo apenas um jogo de palavras”. Respondo-lhe enfaticamente: “De jeito nenhum! Não estou manipulando palavras! Estou trabalhando contra as forças perigosas, irresponsáveis, destruidoras que são liberadas por observações aparentemente inteligentes e inocentes.”O verdadeiro problema é a atitude. Deixe que alguém aceite o juízo de que alguma coisa é “impossível” e emergirá uma atitude negativa para com o progresso, o desenvolvimento e as soluções criativas. Não! Vamos riscar esta palavra de nosso vocabulário.
Impossível? A palavra tem o poder destruidor de uma bomba termonuclear emocional. Impossível? Esta palavra é um punhal cravado no coração da criatividade.
Impossível? Esta palavra é uma barreira que caiu sobre a estrada do progresso.
Vamos desmascarar a palavra. Precisamos rotular corretamente estas impossibilidades. Mais honestamente, elas poderiam ser denominadas:
• Preconceitos
• Desafios
• Problemas a serem resolvidos
• Pontos cegos
• Fadiga
• Ignorância
• Medo
• Desculpas
• Problemas do Ego
• Preguiça
Dê a estas “impossibilidades” o verdadeiro nome delas: são cercas mentais obstinadas erguidas pela ignorância, apatia ou intolerância. Arranque a máscara destes “É IMPOSSÍVEL” e o que você achará? Uma percepção parcial que produz ilusão, que por sua vez gera confusão.
Uma vez que tenha se dado conta de que NÃO é impossível, então você estará livre para ver soluções. Então você poderá acreditar que existe um “MILAGRE” em todo canto. Você poderá reconhecer que uma curva na estrada não é o fim da estrada:
olhe para os lados! Vá em frente! Não desista!
Sugestão para leitura:
SCHULLER, Robert H. “Success is never Ending, Failure is Never Final” - 1988
THOMPSON, Charles “Yes, but...: the top 40 killer phrases and how you can fight them”
Daniel C. Luz
Autor dos livros Insight I e Insight II
DVS Editora

fonte:http://vilamulher.terra.com.br/bem-estar/motivacao/abaixo-a-palavra-impossivel-11-1-71-26.html

TERAPIA DO ABRAÇO

Teoria

O toque físico não é apenas agradável. Ele é necessário. A pesquisa científica respalda a teoria de que a estimulação pelo toque é absolutamente necessária para o nosso bem-estar, tanto físico quanto emocional.

O toque terapêutico, reconhecido como uma ferramenta es­sencial para a cura constitui agora parte do treinamento dos profissionais de enfermagem, em vários grandes centros mé­dicos, O toque é usado para ajudar a aliviar a dor, a depres­são e a ansiedade; para estimular a vontade de viver dos pacientes: para ajudar bebês prematuros — que ficaram pri­vados do toque materno nas incubadelras — a crescer e a desabrochar.

Vários experimentos demonstraram que o toque pode:
· fazer-nos sentir melhor com nós mesmos e com o am­biente à nossa volta;
· ter um efeito positivo sobre o desenvolvimento da lingua­gem e sobre o QI das crianças;
· provocar mudanças fisiológicas mensuráveis naquele que toca e naquele que é tocado.

Estamos apenas começando a entender o poder do toque. Embora ele possa se dar de muitas maneiras, nossa tese é a de que o abraço é uma forma muito especial de toque, que contribui fundamentalmente para a cura e a saúde.

FUNDAMENTO LÓGICO
O ABRAÇO:
· Faz a gente se sentir bem.
· Acaba com a solidão.
· Faz a gente superar o medo.
· Abre passagem para os sentimentos.
· Constrói a auto-estima (Uau! Ela quer mesmo me abraçar!)
· Estimula o altruísmo (Não posso acreditar, mas realmente estou querendo dar um abraço naquele velho filho da mãe!)
· Retarda o envelhecimento.
· Pessoas que gostam de abraço permanecem mais jovens por mais tempo.
· Ajuda a controlar o apetite. Comemos menos quando estamos bem alimentados com abraços — e quando nossos braços estão ocupados, enlaçados em volta de outros.

O ABRAÇO TAMBÉM· Alivia a tensão
· Combate a insônia
· Mantêm em forma os músculos dos braços e dos ombros
· Dá oportunidade para exercícios de alongamento, se você é baixo
· Propicia exercícios de flexão, se você é alto
· Oferece uma alternativa saudável à promiscuidade
· Oferece uma alternativa sadia e segura para o álcool e para as drogas
(é melhor abraços do que drogas!)
· Afirma a nossa natureza física
· E democrático: todo o mundo tem direito a um abraço.
· É ecologicamente benéfico, não tumultua o meio ambiente
· Do ponto de vista energético, é eficiente, economiza calor
· É portátil
· Não requer equipamento especial
· Não exige ambientação especial; qualquer lugar, de uma so­leira de porta
a uma sala de reuniões de executivos, de um salão de igreja a um
campo de futebol, é um ótimo lugar para um abraço!
· Torna os dias felizes mais felizes.
· Torna viáveis os dias impossíveis.
· Comunica sentimentos de posse.
· Preenche espaços vazios em nossas vidas.
· Continua trazendo benefícios, mesmo depois de desfeito.
· Além disso, o abraço evita a guerra.

Trecho retirado do livro: A Terapia do Abraço – Autora: Kathleen Keating
fonte: http://segredosdodia.blogspot.com.br/2009/05/texto-do-dia-terapia-do-abraco.html

Parábola do Semeador – Que Tipo de Solo Sou?

No início do ano da popularidade de Jesus, “muitos viram os sinais miraculosos que ele estava realizando e creram em seu nome.  Mas Jesus não se confiava a eles, pois conhecia a todos.  Não precisava que ninguém lhe desse testemunho a respeito do homem, pois ele bem sabia o que havia no homem” (Jo 2.23-25).  Por que Jesus não confiava nos homens?  Porque sabia “o que havia no homem”, conhecia o coração humano com suas emoções passageiras.  Como ele lhe vê hoje?
O assunto do coração do homem é aprofundando na parábola do semeador.  Quatro solos: duro, pedregoso, espinhoso e frutífero.  Com qual você mais se identifica hoje?  Pare e reflita sobre isso antes de continuar.
A maioria não pensa muito no primeiro solo onde a Palavra nem entra.  Mas quem não tem uma vida simples, tempo para reflexão e meditação, quem está sempre “à beira do caminho” ou no caminho, tende a ouvir muito a Palavra sem que nunca tenha efeito algum.  Isto pode atingir especialmente o “crente velho” ou o líder ou pastor que já ouviu tanto a Palavra que parece que não tem mais novidade ou vida ao ouvir novamente.
Nosso coração fica endurecido, seja por não parar o suficiente para receber a Palavra, seja por feridas e dores não resolvidas onde fechamos nosso coração.  Esta pessoa ouve a Palavra todos os domingos, possivelmente a lê durante a semana, mas nada penetra.  Não reconhece a voz de Deus em sua Palavra.  Ouve sem nenhuma intenção de praticar ou mudar.  Está acomodado.  Pode até ser visto como bom crente por estar sempre na igreja, louvando a Deus e dizimando.  Mas dentro dela a vida de Deus não flui.
Às vezes passamos por um período de seca onde não experimentamos o poder da Palavra, a vida de Jesus parece estar longe.  Nestes casos precisamos fazer uma procura especial de Deus, possivelmente um retiro com ele.  Na verdade tal retiro é quase indispensável para parar nossa correria.  Precisamos permitir que Ele tenha uma oportunidade maior para trabalhar conosco através de um dos outros tipos de solo.
A maioria se identifica com certa facilidade com o segundo ou terceiro tipo de solo.  Em termos gerais, o segundo tipo de solo parece estar limpo e bom, mas tem problemas abaixo da superfície que ninguém vê.  O terceiro tem bom solo por debaixo, mas tem problemas visíveis, acima da superfície.  Vejamos estes dois com mais detalhes.
O coração com o segundo solo reconhece a Palavra de Deus pelo que é: poderosa e eficaz para transformar vidas, trazendo vida.  Esse reconhecimento traz alegria.  A pessoa se entusiasma, parecido aos que respondiam a Jesus no relatório de João citado acima.  Esta pessoa realmente recebe a Palavra, pode ser que faz anotações ou até usa um diário espiritual. 
Mas esta pessoa “não tem raiz em si mesmo” (Mt 13.21).  Tem outras coisas dentro dela que competem com a semente da Palavra colocar raízes.  Emoções não resolvidas como medo, ira, depressão e amargura podem ser raízes que competem com a Palavra.  Dores e feridas precisam de cura. Estas pessoas precisam de uma limpeza séria e profunda por baixo do solo.  Tiago nos adverte quanto ao problema da ira e continua dizendo, “Portanto, livrem-se de toda impureza moral e da maldade que prevalece, e aceitem humildemente a palavra implantada em vocês, a qual é poderosa para salvá-los” (1.21).  Este coração precisa de tratamento antes de poder receber a Palavra.  Tiago destaca três problemas: impureza moral, maldade e orgulho ou egocentrismo (falta de humildade).  Estes problemas precisam de cura, mas só serão resolvidos através de arrependimento e quebrantamento.  A terra precisa ser trabalhada para a semente poder entrar bem.
Esta semente até brota.  Parece ser bonita.  Mas não permanece.  Esta pessoa é imediatista.  Jesus usa a palavra “logo” ao descrever esta pessoa.  Logo brota, logo recebe a palavra com alegria, e logo a abandona (Mt 13.5, 20, 21).  Joga-se para a última idéia que aparece com a esperança que isto fará uma diferença significativa em sua vida.  Mas não finaliza.  Ela começa mil coisas.  Dezenas de livros, de planos devocionais, de votos de Ano Novo, de compromissos de perder peso, de levantar mais cedo e assim em diante.  Estas pessoas não têm firmeza.  São levadas pelas ondas passageiras.  Procurar trabalhar com estas pessoas é como construir na areia.  Quando aparecer uma tempestade, dificuldades ou provas, não permanecem.  Dizem que darão seqüência, se alegram com um encontro de mentoria ou aconselhamento, mas não mudam.
Infelizmente, a própria igreja facilmente nutre a mentalidade imediatista, criando novas ondas semanalmente.  Pula de um tema para outro com uma rapidez que não permite ninguém criar raízes.  Domingo à noite é um tema, na reunião no meio da semana ou célula é outro tema; na escola bíblica dominical já é outro e o seguinte domingo o furacão de novos temas começa de novo.  A diversidade tem seu lugar.  Mas uma igreja teria possibilidades bem maiores de amadurecer se houvesse um foco numa área específica, pelo menos uma vez a cada ano, onde todos os ângulos desta área fossem abordados.
Quem se importa em trabalhar a terra cria ambiente para receber a Palavra, para nutrir a semente.  Sabe separar um tempo e um lugar para dar espaço para a semente entrar fundo.  Sabe o valor de chegar à igreja cedo e preparar seu coração; de ficar após o encerramento em silêncio ouvindo a Deus.[1]
Como está seu coração?  Como você descreveria a parte abaixo da superfície que outros não enxergam?  Tem raízes que precisam ser arrancadas?  Tem pedras que competem com a Palavra e dificultam de você realmente a receber?  Se a Palavra te alegra, mas não existem mudanças que permanecem, crescimento visível, possivelmente você precisa prestar mais atenção a olhar para dentro de seu coração.  Já que nossos corações são extremamente enganosos, se for sério quanto a isto, procure a ajuda de outra pessoa.  Alguém com experiência e maturidade na área de discernimento e tratamento de corações pode lhe ajudar a sondar seu coração e tratar os problemas escondidos.  Melhor ainda se também houver um grupo pequeno que se compromete a caminhar junto nessa jornada já que poucos problemas sérios com raízes profundas se resolvem rapidamente.
O terceiro tipo de solo, o espinhoso, é aquele onde tem boa terra, sem empecilhos para as raízes descerem e se firmarem.  Esta pessoa é razoavelmente resolvida, saudável, curada, equilibrada.  Mas este solo fica sufocado por duas coisas, a primeira sendo as preocupações ou cuidados desta vida.  Nossa vida simplesmente é cheia demais.  Não tem espaço para quase nada.  A Palavra chega, entra bem em nosso coração, brota de forma saudável e morre por falta de ar, sol e água. 
Esta pessoa não tem uma vida simples.  Sua vida está cheia de responsabilidades e atividades.  Não sabe dizer “não”.  Não sabe se podar.  Ao não ser podado, acaba não dando fruto.  Pode até ser uma árvore ou videira de linda aparência, mas a energia toda vai para manter as atividades; não sobra energia para dirigir-se para os frutos que permanecem.  O próprio ativismo ministerial pode ser nosso Inimigo Número Um.  Nos enchemos com as preocupações ministeriais e não temos espaço para deixar Deus nos guiar, orientar, nortear.
O segundo fator sufocador é o engano das riquezas.  Muitos nos perdemos na procura de melhorar nossas condições econômicas.  Este mundo se torna bem mais real do que o mundo espiritual e eterno.  Dois empregos.  Trabalhar de dia e estudar a noite.  Correr atrás de novo carro.  De uma casa maior.  Claro que tem um tempo para tudo.  Mas se não nos cuidamos, focalizar em coisas materiais pode ser um “tempo” que nunca termina.  Nos descobrimos investindo fundo nas coisas que estão aqui hoje e amanhã sumiram.  Coisas que enferrujam; que são roubadas.  Nosso coração se perde nelas.  Fazemos delas nosso tesouro, o alvo de nossos maiores empreendimentos. 
A Palavra de Deus, a voz dele, o eterno não tem espaço para crescer e frutificar em tal ambiente.  Temos frutos sim, mas não aqueles que são eternos.  Todas essas coisas são importantes: emprego, renda, estudos, carro, casa.  Mas precisam ser vistos claramente como meios para um fim maior, o fim de nos liberar para ter mais tempo e energia para as coisas eternas, para dar fruto que permanece. 
Queremos ser o quarto tipo de solo.  Lucas acaba descrevendo esse solo com detalhes.  Ele indica seis características (8.15).  Ele é:
  1. Bom (grego: kalos): formoso, atraente, virtuoso, seja em aparência ou utilidade, harmonioso.  Essa harmonia é traduzida por “honesta” pela KJV e NAS em inglês.  Esta pessoa é atraente com uma vida harmoniosa.  O fruto do Espírito se manifesta naturalmente porque as fontes de água viva fluem nela.
  1. Generoso (grego: agathos): bom por dentro, caráter interno, integridade que produz resultados.  Barnabé é descrito por esta palavra (At 11.24), um homem íntegro que faz uma diferença.  Esta pessoa tem frutos internos, os do Espírito, e externos, os resultados na formação de vidas que multiplicam.
  1. Ouvinte da Palavra: discerne a voz de Deus, tem um encontro divino, deixa a Palavra agir de forma sobrenatural, penetrando até dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julgar os pensamentos e intenções do coração (Hb 4.12).  Esta pessoa é sedenta, faminta para as coisas de Deus.  Procura a voz dele, presta atenção e modifica sua vida baseado nisso.
  1. Retentor da Palavra (grego: katechó): agarra, possui, se apega.  Nas palavras de Paulo, põe à prova todas as coisas e fica com o que é bom (1 Ts 5.21).  Não abre mão.  Um diário espiritual ajuda tremendamente quanto a reter o que Deus fala para nós.  Quase todos nós esquecemos o que recebemos de Deus dentro de uns dias, se não dentro de umas horas.  Um diário espiritual e o repasse do que escrevemos pode fazer uma diferença notória em reter a Palavra e em reconhecer quando estamos falhando nisso. 
Esta pessoa tem uma solidez, uma profundidade que quando for arranhada, a graça de Deus se revela, a Palavra de Deus se manifesta.  Está pessoa não apenas lê a Palavra, mas medita nela, a estuda, a memoriza.
  1. Frutífero: pratica o que recebe (Tg 1.22-25) e se multiplica.  Uma tradução descreve essa qualidade assim: “Contando constantemente aos outros, que também logo crêem” (BV).  Lembra-nos da multiplicação das quatro gerações em 2 Tm 2.1,2.  Esta pessoa tem discípulos.  Acredita que o Pai lhe deu certas pessoas para investir fundo nelas e ver a vida de Jesus se multiplicar nelas.
Este quarto tipo de solo se destaca por ser frutífero.  Existem frutos do Espírito (interno) e frutos de discipulado, multiplicando a vida de Jesus em outras pessoas (externo).  Na verdade, um fruto acaba se demonstrando no outro.  Nenhum permanece sem o outro.  O fruto do Espírito é a vida invisível que produz mudanças de vida visíveis.
As mudanças mais objetivas e visíveis se demonstram em sermos um discípulo de Jesus e nos multiplicar em fazer discípulos, pessoas nas quais Jesus se multiplica através de nós.  Passamos de ser simples solo para sermos semeadores!  Nos importamos não apenas com o solo de nosso coração e sim com nutrir, limpar e regar o solo dos corações de outras pessoas.  Nós nos tornamos discipuladores.
  1. Perseverante (grego: hupomoné): não desistindo em circunstanciais adversas ou provações.  Fiel (BV).  Esta pessoa estabelece certos projetos de vida, tanto vocacional como ministerial, tanto externo como interno.  Ela começa, caminha e finaliza.  Ela tem relacionamentos sólidos, de longa duração.  Ela não pula de igreja em igreja.  Ela é firme, seja em áreas internas, seja no compromisso de discipular outras pessoas.  Esta pessoa tem a satisfação de dizer em diversos mo-mentos o que Jesus falou, “Completei a obra que me deste para fazer” (Jo 17.4).
Para concluir, dificilmente alguém consegue ter esse perfil sozinho.  Precisamos de alguém que cuide de nosso coração, o nutra e o regue.  Paulo diz que ele semeou, Apolo regou e Deus deu o crescimento.  Ele enxerga a si mesmo e a Apolo como cooperadores de Deus (1 Co 3.5-9).  Todos precisamos dessas pessoas, sejam companheiros num grupo pastoral, um companheiro de oração ou um mentor.  Sozinho não!
Perguntas para reflexão e discussão
  1. Com qual dos solos mais me identifico?
  2. O que preciso fazer baseado nisso?
  3. Quem pode me ajudar a caminhar para ter um coração com solo mais frutífero?
  4. Tenho discípulos?  Estou demonstrando os frutos externos do solo frutífero?
Fonte:  http://www.nimbusoft.com/Ferramentas/Artigos/Par%C3%A1boladoSemeadorQueTipodeSoloSou/tabid/1307/Default.aspx

Este episódio está presente em:

Leia todos os textos deste episódio:

Mateus 13

1 Naquele mesmo dia, Jesus saiu de casa e assentou-se à beira-mar.
2 Reuniu-se ao seu redor uma multidão tão grande que, por isso, ele entrou num barco e assentou-se. Ao povo reunido na praia
3 Jesus falou muitas coisas por parábolas, dizendo: "O semeador saiu a semear.
4 Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram.
5 Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra, e logo brotou, porque a terra não era profunda.
6 Mas, quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz.
7 Outra parte caiu no meio dos espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas.
8 Outra ainda caiu em boa terra, deu boa colheita, a cem, sessenta e trinta por um.
9 Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!"
10 Os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: "Por que falas ao povo por parábolas?"
11 Ele respondeu: "A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos céus, mas a eles não.
12 A quem tem será dado, e este terá em grande quantidade. De quem não tem, até o que tem lhe será tirado.
13 Por essa razão eu lhes falo por parábolas:
" 'Porque vendo, eles não veem
e, ouvindo, não ouvem
nem entendem'.
14 Neles se cumpre a profecia de Isaías:
" 'Ainda que estejam sempre ouvindo,
vocês nunca entenderão;
ainda que estejam sempre vendo,
jamais perceberão.
15 Pois o coração deste povo
se tornou insensível;
de má vontade
ouviram com os seus ouvidos,
e fecharam os seus olhos.
Se assim não fosse,
poderiam ver com os olhos,
ouvir com os ouvidos,
entender com o coração
e converter-se,
e eu os curaria'.
16 Mas felizes são os olhos de vocês, porque veem; e os ouvidos de vocês, porque ouvem.
17 Pois eu digo a verdade: Muitos profetas e justos desejaram ver o que vocês estão vendo, mas não viram, e ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram.
18 "Portanto, ouçam o que significa a parábola do semeador:
19 Quando alguém ouve a mensagem do Reino e não a entende, o Maligno vem e arranca o que foi semeado em seu coração. Esse é o caso da semente que caiu à beira do caminho.
20 Quanto à semente que caiu em terreno pedregoso, esse é o caso daquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria.
21 Todavia, visto que não tem raiz em si mesmo, permanece pouco tempo. Quando surge alguma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo a abandona.
22 Quanto à semente que caiu no meio dos espinhos, esse é o caso daquele que ouve a palavra, mas a preocupação desta vida e o engano das riquezas a sufocam, tornando-a infrutífera.
23 E quanto à semente que caiu em boa terra, esse é o caso daquele que ouve a palavra e a entende, e dá uma colheita de cem, sessenta e trinta por um".

Marcos 4

1 Novamente Jesus começou a ensinar à beira-mar. Reuniu-se ao seu redor uma multidão tão grande que ele teve que entrar num barco e assentar-se nele. O barco estava no mar, enquanto todo o povo ficava na beira da praia.
2 Ele lhes ensinava muitas coisas por parábolas, dizendo em seu ensino:
3 "Ouçam! O semeador saiu a semear.
4 Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho, e as aves vieram e a comeram.
5 Parte dela caiu em terreno pedregoso, onde não havia muita terra; e logo brotou, porque a terra não era profunda.
6 Mas, quando saiu o sol, as plantas se queimaram e secaram, porque não tinham raiz.
7 Outra parte caiu entre espinhos, que cresceram e sufocaram as plantas, de forma que ela não deu fruto.
8 Outra ainda caiu em boa terra, germinou, cresceu e deu boa colheita, a trinta, sessenta e até cem por um".
9 E acrescentou: "Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!"
10 Quando ele ficou sozinho, os Doze e os outros que estavam ao seu redor lhe fizeram perguntas acerca das parábolas.
11 Ele lhes disse: "A vocês foi dado o mistério do Reino de Deus, mas aos que estão fora tudo é dito por parábolas,
12 a fim de que,
" 'ainda que vejam,
não percebam;
ainda que ouçam,
não entendam;
de outro modo,
poderiam converter-se
e ser perdoados!'"
13 Então Jesus lhes perguntou: "Vocês não entendem esta parábola? Como, então, compreenderão todas as outras?
14 O semeador semeia a palavra.
15 Algumas pessoas são como a semente à beira do caminho, onde a palavra é semeada. Logo que a ouvem, Satanás vem e retira a palavra nelas semeada.
16 Outras, como a semente lançada em terreno pedregoso, ouvem a palavra e logo a recebem com alegria.
17 Todavia, visto que não têm raiz em si mesmas, permanecem por pouco tempo. Quando surge alguma tribulação ou perseguição por causa da palavra, logo a abandonam.
18 Outras ainda, como a semente lançada entre espinhos, ouvem a palavra;
19 mas, quando chegam as preocupações desta vida, o engano das riquezas e os anseios por outras coisas sufocam a palavra, tornando-a infrutífera.
20 Outras pessoas são como a semente lançada em boa terra: ouvem a palavra, aceitam-na e dão uma colheita de trinta, sessenta e até cem por um".
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CATEDRAL

 
Certa vez, ao visitar uma enorme construção, uma pessoa parou diante de um operário e perguntou-lhe o que estava fazendo. O trabalhador respondeu: "Estou assentando tijolos". Continuando seu passeio, o visitante fez a mesma pergunta a um segundo operário, recebendo como resposta: "Uma parede". Mais adiante, inquirindo um terceiro trabalhador (a fazer a mesma coisa que os dois primeiros), teve como resposta: "Estou construindo uma catedral".
Por que nossos sonhos não se tornam realidade? A estória acima nos ajuda a entender um pouco esta questão. Aquele que está fazendo uma parede não tem sonhos, simplesmente está juntando tijolos e argamassa e, para seu suplício, isto vai se repetir dia após dia. O primeiro, que está somente assentando tijolos, está em situação ainda pior, não sabendo se os tijolos vão constituir uma parede curta ou longa, alta ou baixa. Nem quantos são os tijolos...
O terceiro trabalhador, todavia, está construindo uma catedral. Em sua mente, ao trabalhar, vê, com clareza, a imponência do edifício e antevê as solenidades que ali ocorrerão, trazendo multidões. Com esta imagem precisa, certamente suas forças e seu interesse se multiplicarão. Terá imenso cuidado e incontida alegria a cada tijolo acrescentado; parará, por vezes, para mirar com admiração e orgulho o seu trabalho já feito e para imaginá-lo já concluído. Nada será capaz de tirá-lo ou desviá-lo de seu objetivo. Suportará e vencerá os obstáculos.
E por que? Porque tem um sonho, que se traduz em um objetivo, em uma razão fortíssima para estar ali, como os demais, assentando tijolo por tijolo, parede após parede mas, diferentemente dos demais, persegue um RESULTADO: a catedral pronta, em festa, cheia de pessoas rezando a seu Deus.
E nós? O que estamos fazendo? Assentando tijolos, fazendo paredes ou construindo uma catedral?
Parece que, na maioria das organizações, desvirtuadas ao longo do tempo, estamos assentando tijolos. Isto é, não temos um sonho que, na linguagem das organizações, pode ser chamado de OBJETIVO. Estamos, é certo, fazendo muitas coisas, o dia todo, o ano inteiro, estamos desempenhando tarefas, muito bem, por sinal. Mas, e os resultados?
Não sabemos o que estamos fazendo numa dimensão maior. E, se não sabemos, não estamos nos dedicando convenientemente a "construir a catedral", a alcançar resultados, a fazer coisas grandes. E, com isto, todos perdemos, nós e as organizações às quais pertencemos. Não nos permitimos crescer. Condenamo-nos a sermos pequenos.
E esta constatação nos deixa frustrados, incompletos.
Certamente é muito pouco fazer as tarefas que nos determinam cumprir, mecânica e automaticamente, por hábito, como robôs. "Cumprimos o dever", "fazemos certinho as coisas", seguimos a rotina ...
Mas, e a catedral?
Sonhemos! Nossos sonhos vão nos permitir estabelecer objetivos. Os objetivos vão se constituir em alvos que perseguiremos com ânsia e com garra. Seremos inflexíveis nesta jornada. Estaremos movidos por uma visão clara do que queremos como pessoas e como membros de uma organização.

autoria desconhecida

(Baseada na fábula de Charles Péguy, escritor francês, 1873-1914) 

Como uma onda



Lulu Santos

Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará

A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo

Não adianta fugir
Nem mentir
Pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar
Como uma onda no mar

FOLHA AMASSADA

Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva à menor provocação.
Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.
Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas, depois de uma explosão de raiva, e entregou-me uma folha de papel lisa e me disse:
A M A S S E – A!
Com medo , obedeci e fiz com ela uma bolinha.
- Agora, deixe-a como estava antes. Voltou a dizer-me.
Óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentasse, o papel continuava cheio de pregas.
O professor me disse, então:
- O coração das pessoas é como esse papel. A impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.
Assim, aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente.
Quando sinto vontade de estourar, lembro daquele papel amassado.
A impressão que deixamos nas pessoas é impossível de apagar.
Quando magoamos alguém com nossas ações ou com nossas palavras, logo queremos consertar o erro, mas é tarde demais...
Alguém já disse, certa vez:
- Fale somente quando suas palavras possam ser tão suaves como o silêncio.
Mas não deixe de falar, por medo da reação do outro.
Acredite, principalmente em seus sentimentos!
autoria desconhecida

Lições Importantes que a Vida Ensina…

Durante meu segundo mês na escola de enfermagem, nosso professor nos deu um questionário. Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última que era: “Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”
“Sinceramente, isso parecia uma piada”. Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes. Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela? Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
– “É claro!” – respondeu o professor – “Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas. Todas têm seu grau de importância. Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples ‘alô “.
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
autor desconhecido

A magia da comunicação

“Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo. Todos os dias passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre alguns centavos no chapéu do pedinte. O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase:
”Cego de nascimento. Uma esmola, por favor”.
Certa manhã, o publicitário teve uma idéia: virou o letreiro do cego ao contrário e escreveu outra frase. À noite, depois de um dia de trabalho, perguntou ao cego como é que tinha sido seu dia. O cego respondeu, muito contente:
– Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário! Todos que passavam por mim, deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que o senhor escreveu no letreiro?
O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego. A frase era:
“Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la”.
Na maioria das vezes não importa O QUE você diz, mas COMO você diz.

autor desconhecido

O ALUNO E O SÁBIO

Autor Desconhecido



Numa pequena cidade da Grécia, vivia um sábio famoso por saber as respostas de todas as perguntas que lhe eram dirigidas.
Um dia, um jovem estudante, conversando com seus amigos, disse que iria desafiar o sábio e iria enganá-lo.
Disse que faria o seguinte: “Apanharei um passarinho e o levarei escondido em minha mão até o sábio.
Então eu vou perguntar a ele se o passarinho está vivo ou morto.  Se ele disser que está vivo, esmago o passarinho e o mato, deixando-o cair no chão; mas se ele  disser que está morto, abro minha mão e o deixarei voar na frente de todas as pessoas”.
Assim fez. O jovem se aproximou do sábio com o passarinho na sua mão e perguntou: “Sábio, o passarinho em minha mão está vivo ou morto?”
O sábio olhou para o rapaz e disse:
“Meu jovem, a resposta está em suas mão”.
Mudança: oportunidade ou ameaça? A resposta está em suas mãos...

Natal: Por que Jesus é melhor que Papai Noel

Papai Noel vive no Polo Norte...
Jesus Cristo está em toda parte.
Papai Noel se locomove dirigindo um trenó...
Jesus Cristo comanda os ventos e caminha sobre as águas.

Papai Noel só aparece uma vez por ano...
Jesus Cristo está sempre presente para ajudar.

Papai Noel enche de balas as meias dos meninos...
Jesus Cristo supre todas as nossas necessidades.

Papai Noel desce pela chaminé sem ser convidado...
Jesus Cristo está a porta de nosso coração e bate, até que O convidemos a entrar

Você precisa esperar na fila para falar com o Papai Noel...
Jesus Cristo aguarda apenas a menção do Seu nome para se aproximar de nós.

Papai Noel não sabe o nosso nome e tudo que sabe fazer é dizer: "Oi, menininho bonitinho! Como é o seu nome?"...
Jesus Cristo conhece nosso nome antes que nasçamos. Mais que isso: sabe nosso nome, nosso endereço, nosso passado, nosso futuro, sabe até quantos fios de cabelo temos!

Papai Noel tem uma barrigona que parece uma bola cheia de gelatina...
Jesus Cristo tem um coração cheio de amor.

Tudo que o Papai Noel tem a dizer é "rô-rô-rôu"...
Jesus Cristo nos oferece descanso, perdão, poder, saúde, esperança e paz.

Papai Noel diz "não chore se não você não ganha presente"...
Jesus Cristo diz "entregue-me todos os seus problemas e deixe que cuido deles pra você"...

Papai Noel precisa de duendes para ajudá-lo a fabricar brinquedos...
Jesus Cristo constrói novas vidas, restaura corações quebrantados, reconstitui lares e prepara lindas mansões para todos nós.

Papai Noel pode fazer você sorrir...
Jesus Cristo lhe dá felicidade perene.

Enquanto Papai Noel coloca os presentes debaixo da árvore...
Jesus Cristo se faz nosso presente morre numa cruz de madeira.

É óbvio que não existe realmente comparação.
Por isso, no Natal, não podemos esquecer do personagem principal, que não é Papai Noel...
O Natal é uma festa para lembrar o nascimento de Jesus Cristo.
É a chegada dEle que nos deve alegrar!

Sim, o Natal é também uma festa para lembrar o segundo advento de Jesus Cristo.
Papai Noel vem de trenó puxado por suas renas...
Jesus Cristo vem sobre as nuvens, com seus milhares de anjos e todo olho O verá.

Autor desconhecido

Tudo o que realmente vale a pena saber, eu aprendi no jardim de infância.

Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância. A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.

Estas são as coisas que aprendi:
1. Compartilhe tudo;
2. Jogue dentro das regras;
3. Não bata nos outros;
4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
5. Arrume sua bagunça;
6. Não pegue as coisas dos outros;
7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!!
8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
9. Dê descarga; (esse é importante)
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
11. Respeite o limite dos outros;
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;
13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)
14. Quando sair, cuidado com os carros;
15. Dê a mão e fique junto;
16. Repare nas maravilhas da vida;
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.

Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme. Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair. Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos. É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.
Robert Fulghum

O incêndio na floresta

"Fábula utilizada por Betinho como metáfora de solidariedade"
Houve um incêndio na floresta e enquanto todos os bichos corriam apavorados, um pequeno beija-flor ia do rio para o incêndio levando gotinhas de água em seu bico.
O leão, vendo aquilo, perguntou para o beija-flor: 
"Ô beija-flor, você acha que vai conseguir apagar o incêndio sozinho?" 
E o beija-flor respondeu: 
"Eu não sei se vou conseguir, mas estou fazendo a minha parte".
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A versão que eu ouvi (contada pelo Betinho) é mais ou menos assim:
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Diz a lenda que havia uma imensa floresta onde viviam milhares de animais, aves e insetos. Certo dia uma enorme coluna de fumaça foi avistada ao longe e, em pouco tempo, embaladas pelo vento, as chamas já eram visíveis por uma das copas das árvores. Os animais assustados diante da terrível ameaça de morrerem queimados, fugiam o mais rápido que podiam, exceto um pequeno beija-flor. Este passava zunindo como uma flecha indo veloz em direção ao foco do incêndio e dava um vôo quase rasante por uma das labaredas, em seguida voltava ligeiro em direção a um pequeno lago que ficava no centro da floresta. Incansável em sua tarefa e bastante ligeiro, ele chamou a atenção de um elefante, que com suas orelhas imensas ouviu suas idas e vindas pelo caminho, e curioso para saber porquê o pequenino não procurava também afastar-se do perigo como todos os outros animais, pediu-lhe gentilmente que o escutasse, ao que ele prontamente atendeu, pairando no ar a pequena distância do gigantesco curioso.
– Meu amiguinho, notei que tem voado várias vezes ao local do incêndio, não percebe o perigo que está correndo? Se retardar a sua fuga talvez não haja mais tempo de salvar a si próprio! O que você está fazendo de tão importante? 
– Tem razão senhor elefante, há mesmo um grande perigo em meio aquelas chamas, mas acredito que se eu conseguir levar um pouco de água em cada vôo que fizer do lago até lá, estarei fazendo a minha parte para evitar que nossa mãe floresta seja destruída. Em menos de um segundo o enorme animal marchou rapidamente atrás do beija-flor e, com sua vigorosa capacidade, acrescentou centenas de litros d’água às pequenas gotinhas que ele lançava sobre as chamas.
Notando o esforço dos dois, em meio ao vapor que subia vitorioso dentre alguns troncos carbonizados, outros animais lançaram-se ao lago formando um imenso exército de combate ao fogo.
Quando a noite chegou, os animais da floresta exaustos pela dura batalha e um pouco chamuscados pelas brasas e chamas que lhes fustigaram, sentaram-se sobre a relva que duramente protegeram e contemplaram um luar como nunca antes haviam notado.


Fonte: http://www.truco.com.br/beijaflor/betinho.html

Só DEUS pode criar

Só DEUS pode criar
Mas você pode valorizar o que ele criou.

Só DEUS pode dar a vida
Mas você pode transmiti-la e respeitá-la.

Só DEUS pode dar a fé.
Mas você pode dar o seu testemunho.

Só DEUS pode dar a paz.
Mas você pode semear a união.

Só DEUS pode dar a força
Mas você pode apoiar quem desanimou.

Só DEUS pode infundir esperança.
Mas você pode restituir a confiança ao irmão.

Só DEUS pode dar o amor.
Mas você pode ensinar o seu irmão a amar.

Só DEUS pode dar alegria.
Mas você pode sorrir a todos.

Só DEUS é o caminho.
Mas você pode indicá-lo aos outros.

Só DEUS é a luz.
Mas você pode fazê-la brilhar no mundo.

Só DEUS é a vida.
Mas você pode dar aos outros a alegria de viver.

Só DEUS pode fazer o impossível.
Mas você poderá sempre fazer o que for possível.

Só DEUS pode fazer milagres.
Mas você pode fazer sacrifício.

SÓ DEUS pode fazer a semente do bem germinar.
Mas você pode plantá-la no coração humano.

Só DEUS se basta a si mesmo.
Mas ...ELE preferiu contar com você."
autoria desconhecida

EU SEI, MAS NÃO DEVIA